segunda-feira, 18 de maio de 2009

"A Sorte de Hoje" por Max Gehringer


Na mesma linha do penúltimo post...


Computadores podem alterar funcionamento do cérebro, afirma estudiosa

Susan Greenfield, diretora do instituto de pesquisas científicas inglês Royal Institution fez um alerta ao jornal The Telegraph: o uso continuado de computadores ou videogames pode estar infantilizando o cérebro de muitas pessoas.

“Enquanto no método tradicional se aprende com base nos erros e acertos, quando algo dá errado no computador tudo o que se tem que fazer é continuar jogando”, exemplifica ao jornal inglês.

Segundo Greenfield, essa excessiva imersão no mundo digital muda a maneira que o cérebro funciona, estimulando a tomada de certas decisões sem pensar em suas inevitáveis consequências, além de prejudicar a capacidade de atenção, empatia e imaginação.

Pior que os problemas não param por aí. Em um seminário na Câmara dos Lordes, a estudiosa afirmou que as pessoas que ficam tempo demais à frente de seus computadores têm a tendência de se alimentar pior, o que, além dos pneuzinhos, também provoca uma ligeira diminuição da atividade do córtex frontal do cérebro.

Ou seja, fazer um exercício físico, às vezes, não faz mal à ninguém.

[GigaBlog UOL]

Nota: Não sou exemplo para ninguém, pois minha vida se resume a ficar na frente do computador umas 16 horas por dia. Sei que não estou sendo temperante com meu corpo, mas não concordo totalmente com o texto acima.

Vários estudos comprovaram cientificamente que crianças que jogam videogame costumam desenvolver seu raciocinio mais rapidamente do que de crianças que não jogam. É também uma ótima forma de estimular o cérebro da criança, além de ensinar planejamento, paciência, disciplina e raciocínio, algo que nem sempre se aprende numa sala de aula. Porém tudo em excesso acarreta problemas e nesse caso afeta ainda mais as crianças, que estão começando a desenvolver seus cerebros e se forem mal estimuladas, podem levar a terem deficit da atenção e problemas ligados a falta de exercicio.

Temos que depositar nossa vida nas mãos de Deus para que o tempo que temos seja usado da melhor forma possivel, para desenvolver nossas apitões fisicas, mentais e intelectuais.

[Tiago Hiroshi Thomaz]

sábado, 16 de maio de 2009

O Evangelho perdido de Judas

O Evangelho perdido de Judas – Parte 1

Recentemente foi publicado a descoberta de um evangalho que diz ser o Evangelho de Judas Iscariotes. Este evangelho foi descoberto em 1970 por moradores perto de El Minya, Egito. Em 1978 o evangelho é vendido a um negociante de antiguidades egípcio. Em 1983 e 1984 o negociante tenta vender o códice a estudiosos americanos porém sem sucesso. Sem conseguir vender o códice, o negociante o guarda em um banco nos Estados Unidos. Em 2000 a negociante de antiguidades Frieda Nussberger-Tchacos, de Zurique, compra o códice do negociante egípcio, e a partir desse momento o mundo fica sabendo do evangelho.

O evangelho foi escrito em cóptico, antiga língua egípcia. O evangelho concentra-se em contrariar os outros evangelhos como Marcos e Lucas onde Judas é o traidor de Jesus. Nele diz que Jesus premeditou a sua morte pedindo que Judas o traisse. Jesus o chamou em particular para lhe contar o maior segredo de todos, “a verdade sobre o paraíso, morte e ressurreição”. Nesta conversa Jesus diz a Judas que o entregue aos romanos. Por ser Judas o único a saber sobre a verdade, Jesus lhe pediu que o entregasse porque confiava nele plenamente. Fica claro que Judas é redimido de sua traição.

O Evangelho perdido de Judas – Parte 2

Por volta do ano 100 d.C, iniciou-se intensos tulmutos religiosos. Diversas religiões estavam surgindo incluindo os gnosticos, porém uma religião estava se destacando, o cristianismo. Alguns dos primeiros cristão são chamados de Gnosticos conhecidos também como “O povo que sabe”. Os Gnosticos são místicos ou seja, eles acreditam que podem ter acesso direto a Deus. É um tipo de conhecimento que está dentro da pessoa, de saber que você tem um pedaço do Deus dentro de si. Os Gnosticos foram os que escreveram a maioria dos textos de Nag Hammadi e o evangelho de Judas está conforme estes textos. As informações contidas nestas escrituras sobre Jesus são muito filosóficas e abstratas do que as do Novo Testamento. Os gnosticos pregavam que o corpo é uma prisão para a presença do divino e Judas foi um herói por ter libertado o espírito de Cristo. Sem dúvida isso era totalmente contrário aos outros evangelhos e a Igreja Católica não gostou nada disso pois estavam perdendo o poder religioso da época.

Por volta de 180 d.C os primeiros padres da igreja católica denunciaram o evangelho como heresia. O bispo Irineu escreveu um severo ataque a um livro que estava circulando na época, seu título: Evangelho de Judas. Acredita-se que a Igreja Católica destruiu todos os evangelhos de Judas incluindo mais outros 30 evangelhos considerados heréticos.

Em uma das páginas do Evangelho de Judas diz que os discípulos estavam reunidos para uma refeição e orando por ela. Neste momento entra Jesus e começa a rir da oração dos discípulos. A explicação de tal fato, é que Jesus riu porque os discípulos pensavam estar adorando ao Deus verdadeiro, mas na verdade eles estão orando para o Deus que criou esse mundo, que não é o verdadeiro Deus, de acordo com o relato do mencionado Evangelho. Os discípulos ficaram sem entender a atitude de Jesus, o único que entendeu foi Judas pois segundo relatado, Judas sabia a verdade sobre o paraíso.

O evangelho de Judas termina com Judas entregando Jesus aos romanos. Não existe nenhum relato da morte ou ressurreição de Cristo neste evangelho. O que realmente importa no evangelho é que a profecia foi cumprida e que o espírito de Jesus se libertou de seu corpo.

O Evangelho perdido de Judas – Parte 3

Existem muitas inconsistências nas escrituras do evangelho de Judas como no que diz respeito aos evangelhos do Novo Testamento.


1 – O evangelho de Judas encontrado, foi datado entre 220 e 340 d.C. Mesma época em que Constatino mandou destruir os livros heréticos e decidiu que os livros a serem estudados pelo povo seria Mateus, Marcos, Lucas e João. Isso comprova que desde 180 d.C quando Irineu decidiu destruir 30 evangelhos incluindo o de Judas os gnosticos eram crescentes na época e eram totalmente contrários aos evangelhos do Novo Testamento e do Velho Testamento pois ambos se completam entre si.

2 – O Evangelho de Marcos é o mais antigo dos evangelhos encontrados, datado entre 30 a 60 d.C. Este evangelho pode ter sido escrito pelas mãos do próprio Marcos pois a data não é tão longe da morte de Jesus, diferente do evangelho de Judas que trata-se de uma cópia escrita em uma linguagem egípcia antiga. Acredita-se que o evangelho de Judas foi escrito na mesma época em que os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João foram escritos, porém não existe nenhuma prova sobre esse relato.

3 – No Evangelho de Judas diz que Jesus falou a verdade sobre o paraíso a Judas. Os gnosticos seguiam esse evangelho e outros como o de Tomé e Maria. No evangelho de Marcos 12:18-27, Jesus fala para os líderes religiosos sobre a ressurreição. Esse texto prova que Jesus não falou apenas para Judas sobre a ressurreição mas sim para todo o povo, pois as boas novas devem ser informadas a todo o mundo.

4 – Se no evangelho de Judas a morte e a ressurreição de Jesus não eram importantes, então porque Jesus falou sobre seu retorno em Mateus 24:26-35 e Lucas 21:25:33?. Jesus morreu para salvar a humanidade e ele prometeu voltar e irá voltar. Em sua ressureição houve testemunhas. Jesus apareceu para Maria e depois para os discípulos em Marcos 16:1-14. Isso é contrário ao envagelho de Judas onde a morte e a ressurreição não são citadas por não serem importantes.

5 – Em Marcos 14:18 Jesus diz que um dos discípulos irá traí-lo. De acordo com o Evangelho de Judas Jesus combinou para que Judas o entregasse. Porque então Jesus iria afirmar que seria traído e porque Judas se suicidou após a traição?. O suicídio de Judas não é citado em seu evangelho muito menos diz que ele não cometeu o suicídio. O ponto principal do evangelho de Judas é redimí-lo de sua traição, essa firmação de redimí-lo da tração, cai por contradição.

6 – No evangelho de Judas Jesus riu dos discípulos por estarem orando ao Deus criador desse mundo e segundo este evangelho o Deus supremo não é o criador e sim Jesus. De acordo com João 16:6, Jesus diz “Ninguém vem ao Pai senão por mim”. Isso prova que existe um só Deus e não dois como diz no evangelho de Judas.

Estamos vivendo o tempo do fim, profecias estão se cumprindo e devemos como cristãos Adventistas do Sétimo dia estarmos atualizados sobre os acontecimentos e acima de tudo ter o conhecimento da palavra de Deus. A Bíblia é verdadeira e para aqueles que não acreditam pela fé, então devem acreditar pelas evidências.

Arqueologia: A pedra moabita descoberta em 1868, em Dibon, Jordão, confirma os ataques dos Moabitas a Israel, conforme II Reis 1 e 3.

As cartas de Laquis: Descobertas em 1932 – 1938, 38 km ao norte de Berseba e que descrevem o ataque de Nabucodonosor a Jerusalém em 586 a.C.

Os rolos do Mar Morto: Descobertos em 1948. Datam de 150-170 a.C e contém todo ou parte dos livros do Velho Testamento, à execução do livro de Ester e Isaias. Eles confirmam a exatidão da bíblia.

O cilindro de Tiro: Relata a destruição de Babilônia por Ciro e o seu subsequente livramento dos cativos Judeus.

A pedra Roseta: Descoberta em 1799, no Egito, por cientistas de Napoleão. Foi escrita em três línguas: hieroglífica, demótica e grega. Esta pedra veio desvendar o mistério da decifração dos caracteres hieroglífos. A compreensão dos hieroglífos ajuda a confirmar a autencidade da Bíblia.

E você, por que acredita no que crê?

[Fernando de Oliveira Carvalho]

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Diferencial do Cristianismo


Essa semana pude estudar sobre o assunto que mais me atrai no evangelho e na teologia. Graça. O assunto que torna o Cristianismo diferente e eu diria ainda mais, completo. Em todas as outras religiões você vai encontrar elementos semelhantes como, ressurreição, leis, sacrificios, dedicação, AMOR AO PRÓXIMO, amor a Deus, perdão e etc. Mas nenhuma outra religião exceto o cristianismo fala sobre graça. O que é graça? Algo gratuíto. "Um favor imerecido", dizem. Algo que você recebe em gratuidade. O que significa literalmente duas coisas. Primeiro, a graça pode te dar algo que você não tem, nesse caso a salvação, ou a vida eterna. Segundo, sem cobrar nada! Entendeu o que eu disse? NADA! Necas de catibiriba!

Perdão sem merecimento? Isso mesmo! Perdão gratuito. Que outra idéia ou doutrina humana prega isso? Ou melhor, que outra idéia ou doutrina humana funciona dessa maneira? Tem mais uma coisa. O fato de Deus perdoar gratuitamente, sem aferir necessidade de merecimento, demonstra a raiz divina da religião cristã. É a prova contundente de sua origem divina. Sabe por que? Porque não existe amor com merecimento. Se você diz que ama alguém porque acha que essa pessoa merece o seu amor, você não ama, barganha. Se você tem uma razão para amar, você esta fazendo um negócio, não amando. Se o amor é para te favorecer, não é amor. Por isso o perdão de Deus vai pra quem não merece. Não porque Deus tenha razões para nos amar, mas porque Ele simplesmente ama. Porque decidiu assim, Ele é amor!

Por isso se contradizem todas as outras religiões que falam de amor E merecimento. Isso não existe. Merecimento mata o amor. Por isso, o unico amor verdadeiro é o mencionado pelo cristianismo. Pode-se falar de amor ao próximo, amor a Deus, amor a natureza, amor aos animais, o que for, o unico amor desinteressado é o de Cristo. Você vai encontrar outros que se sacrificaram por ai, mas alguém que perdoa de graça? Só se for o amor de Cristo. E mesmo entre nós isso infelizmente não ocorre, pela nossa falta de conhecimento e meditação no assunto.

Se nós cristãos, entendermos a graça realmente, seremos muito mais capazes de perdoar. "Perdoa as nossas dívidas, assim como NÓS perdoamos os nossos devedores" (Pai Nosso). Se Deus me perdoa de graça, sem que eu mereça, quem sou eu para negar a alguém o meu perdão? Com que direito? Com que coerência?

Outro detalhe, se entendermos a graça realmente, nunca fugiremos de Deus por culpa ou vergonha e compreenderemos claramente que "nada pode nos separar de seu amor" (Rom 8:35). Não há pecado gigantesco ou multidões de atos que possam impedir toda essa graça. "Porque onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Rom 5:20). Não se sinta culpado demais para ir a Jesus, não fuja dEle porque pecou de novo. Sua graça é muito grande, Ele não desistiu de você naquela cruz, e não desistirá nunca mais. Ele te espera sujo e imundo como você está e é. Não é preciso ouvir a voz do inimigo que diz: "Você não tem vergonha de se aproximar dEle de novo?" Cristo quer te abraçar com toda a sua imundice, você vale muito mais pra Ele do que o ódio que Ele tem pelo pecado. Por que Ele morreu a Sua morte, para que você não tivesse que pagar por ela.

E aqui vem o último detalhe que quero mencionar. Embora a salvação seja gratuita para nós, ela não saiu de graça para Deus. Ele pagou por cada pecadinho e pecadão. Ele passou pela condenação que era sua. Por isso, diz Isaías, que "a Deus agradou moê-lo"(Is 53:10). Porque Ele levou sobre sí o nosso pecado. Aquele que não conheceu pecado, SE FEZ pecado por nós" (2 Cor 5:21). O preço foi o mais caro do Universo, o Deus Criador, pagou com a própria vida.

Mas perdoar de graça não pode banalizar o perdão? Baratea-lo? Sim. PODE. Mas não precisa ser assim. É por isso que precisamos meditar diariamente no sacrificio de Jesus, diz Ellen White. Para que não permitamos que nossos pecados banalizem a graça. Em compensação, o próprio Jesus disse em Lucas 7 que os que mais são perdoados são aqueles que mais amam. Porque tiveram as maiores e impagáveis divídas pagas. Quanto mais perdido está alguém, maior é o milagre do seu resgate. Mas isso quer dizer que eu posso abusar da graça? Paulo responde em Romanos 6, "Claro que não!". Você precisa ser muito burro para achar que pode enrrolar a Deus ou abusar de Sua benevolência. Deus sabe o que se passa no seu coração. Conhece o seu arrependimento e a sua intenção. Mas Ele te assegura que não importa quantas vezes sejam, TODAS as vezes que nos arrependermos de verdade (ouvindo a voz do Espírito Santo) seremos verdadeiramente perdoados. E Ele fará questão de se esquecer dos seus erros.

Em Ef 2:4-10 a Bíblia nos diz que a graça nos educará para boas obras. E aqui existe uma mensagem importante. "Boas obras" não são obras de justiça. Não são obras meritórias. Não são obras da Lei. Sabe porque? Porque num mundo de pecado a Justiça é condenatória para o pecador. Num mundo de pecado a justiça é ruim para o pecador (Rom 7:9). E o Evangelho se trata de BOAS NOVAS. Portanto, "Boas obras" não são obras de justiça que praticamos, mas obras de amor! Sim, o "amor de Cristo nos motiva" (2 Cor 5:14). "Se me amardes, guardareis os meus mandamentos" (Jo 14:21). "Boas obras" são obras de amor, de ação caridosa, efeitos da graça! Reações a uma doce e maravilhosa salvação, gratuíta!

Isso é tão bom, que fica difícil de ACREDITAR. É por isso que a Bíblia diz que a salvação é para todo aquele que CRÊ (Jo 3:16). De graça, basta apenas crer! Você acredita em Jesus e acredita nisso? Isto é a salvação. Comemore esta realidade!

Ciência, intolerância e fé

A ciência é a autoridade suprema na sociedade. Se há uma disputa, a ciência é o juiz. Se uma lei está para ser aprovada, a ciência tem de comprová-la. Quando a ciência é ignorada, brados de protesto ecoam na mídia, nas universidades e nas esquinas. A autoridade atribuída à ciência é tão grande que muitos são tentados a usá-la para validar afirmações que vão além das evidências disponíveis. Phillip Johnson quer trazer de volta ao debate público questões que muitas vezes têm sido consideradas resolvidas. Ao analisar os fundamentos do naturalismo, o autor ressalta os últimos debates sobre ciência e evolução. No fim, ele conclui profeticamente que as muralhas do naturalismo ruirão e que o evangelho deve desempenhar um papel vital na construção de um novo tipo de pensamento — não apenas em relação à ciência e à religião, mas no que diz respeito a tudo que oferece esperança e sentido à vida.

Ciência, Intolerância e Fé é um livro para todos que entendem a importância desse questionamento e que gostariam de ser participantes bem informados do debate atual. “Em toda a ampla literatura sobre darwinismo, evolução, criação e teísmo, dificilmente podemos encontrar uma análise tão calma, compreensiva e convincente quanto a de Phillip Johnson.”

(Richard John Neuhaus, editor de First Things)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Intolerância e democracia

Li nesta semana uma reportagem publicada na Veja sobre os primeiros 100 dias do governo Barack Obama. Está na edição da semana passada. Um dos aspectos que me chamaram a atenção foi a crescente divisão política nos Estados Unidos. Uma pesquisa realizada em abril apontou que 61% dos americanos acreditam que o país está mais dividido.

Por lá, os debates são cada vez mais radicais. As pessoas partem para os extremos. Começa haver pouca disposição à tolerância. E a mídia participa desse processo. Como nos Estados Unidos as coisas são mais claras, tem-se uma visão mais ampla do que é a isenção no jornalismo, os chamados formadores da opinião pública se posicionam de maneira firme, veemente, no debate dos mais diferentes assuntos – de aborto, passando pelo casamento gay até meio ambiente.

A reportagem me fez pensar sobre um texto que fiz anos atrás e que foi publicado no antigo site do jornalista Ângelo Rigon, o Maringá News. Na ocasião, eu falava sobre a divisão política de nossa cidade. Por aqui, não se aceita uma terceira via. Divide-se a cidade em duas únicas forças políticas.

O clima de intolerância não é uma exclusividade de americanos ou maringaenses. Ultrapassa os limites geográficos dos Estados Unidos ou de nossa interiorana Maringá. Uma observação mais atenta da humanidade revela que, onde existe gente, os “ânimos” andam acirrados. Há pouca disposição ao diálogo. Um comentário mal colocado se torna passível de duras críticas. Tudo se torna questão política. Tudo se resume em posicionamento ideológico. O clima é de rivalidade. É como se estivéssemos num ringue; alguém tem que sair vencedor. Parece uma luta entre o bem e o mal.

E pior que isso, o caráter é julgado pela opinião expressada pela pessoa. É como se dividíssemos a sociedade entre direita e esquerda. É como se taxássemos como de bom senso as pessoas da direita e, canalhas as da esquerda – e vice-versa. Quando discordamos de uma opinião, o outro se torna nosso inimigo. E logo partimos para o ataque.

Como disse, estamos mais intolerantes. Tem nos faltado disposição para compreender o diferente. Não quero aqui dizer que temos de concordar com a opinião do outro. Mas aceitar o contraditório deveria fazer parte de nossa natureza. Afinal, somos seres racionais. É uma questão de respeito. As pessoas não são iguais. E o fato de terem posições diferentes da nossa não as torna melhores ou piores.

Confesso que me preocupa esse radicalismo. Ter posições diferentes é normal. Mas não é natural certas expressões raivosas, iradas como resposta aqueles que têm atitude diferente da que desejamos. Esse tipo de postura revela que a própria democracia ainda é um bem com o qual pouco sabemos lidar – e que pode ser colocada em xeque.

[Blog do Ronaldo]

Foi Lançado o Orkut Para Pessoas Ricas


Pode tirar o cavalinho da chuva. A não ser que você tenha um polpudo salário e uma gorda conta bancária, você não vai entrar. O site Elysiants é somente para pessoas ricas. Elysiants é um nome em referência ao Elísio, a morada dos heróis e pessoas virtuosas após a morte na cultura greco-romana. O site foi criado por holandeses. Cada integrante somente poderá convidar 5 pessoas. E se alguém der mancada, for invasivo ou assediar um usuário, a falha fica exposta para todos. Expulsões só serão decididas pelos administradores. E eles deixam claro: NÃO QUEREMOS QUE VOCÊ ENTRE. O site não é nem mesmo para pessoas de classe média alta. São para os que são realmente ricos!

(Marcos 10:23-24) - Então Jesus, olhando em redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!
E os discípulos se admiraram destas suas palavras; mas Jesus, tornando a falar, disse-lhes: Filhos, quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no reino de Deus!

[Adventismo Em Foco]