quarta-feira, 15 de abril de 2009

Um menino e seu Deus



"Os homens maus não entendem o que é justo, mas os que buscam o Senhor entendem TUDO". Provérbios 28:5


Pr. Diego Barreto [http://www.contextomoderno.com]

40 Madrugadas – Para Jovens

No dia 04/04, a equipe JA esteve em peso na IASD Vila Maria o dia todo para um treinamento para as 40 madrugadas, voltado especialmente para os jovens.

O projeto consiste em um plano de comunhão diária com Deus na primeira hora do dia e um plano de oração intercessória. Acredita-se que fazendo esse plano de 40 dias, é possível desenvolver um hábito que se tornará um estilo de vida. Com uma apostila elaborada com linguagem e assuntos jovens, tivemos palestras e testemunhos que nos motivaram a levar adiante esse projeto e preparar-nos para lançar para os jovens da igreja.

O Pr. Josué de Castro que está coordenando o projeto e, como foi voltado para os jovens, o Pr. Paulo Reis estava acompanhando. Ouvimos palestras muito edificantes com os pastores Venefrides, Ronaldo Arco, Ivan Canhadas e testemunhos maravilhosos.

Deram testemunho um jovem ex-modelo, um jovem ex-cantor e produtor, sobrinho de uma dupla famosa contando sobre sua experiência com a fama, o satanismo e sua conversão no Unasp. Um irmão nosso de Alagoas também contou um pouco sobre a história do seqüestro de sua filha e de como Deus agiu na vida de sua família.
Tivemos momentos de muita confraternização, comunhão e consagração e temos certeza que Deus está à frente desse projeto.

Logo lançaremos para os nossos jovens em São Miguel. Eu já comecei, e garanto que é excelente!
Esperamos que Deus esteja sempre em primeiro lugar em sua vida, começando pelo seu dia!

[Aline Menezes de Alcantara Santos]

Igreja Adventista estabelece 24 de outubro como "Sábado da Criação"

Nikolaus Satelmajer desenvolveu a ideia após ter notícia de que centenas de igrejas e sinagogas celebraram o 'Fim de Semana da Evolução' ao longo dos três últimos anos.

Satelmajer, editor da revista "Ministry" [original do "Ministério Adventista], publicação da IASD, pensou, "Por que não temos um dia para dar destaque à criação?"

Na semana passada, os dirigentes mundiais da denominação "compraram" a ideia votando pela aprovação do "Sábado da Criação", um dia para destacar a Deus como o Criador. O dia de ênfase para tanto foi estabelecido como o sábado, 24 de outubro.

"Isto não visa a entrar num debate sobre evolução versus criação, mas destacar a Deus como nosso criador", Satelmajer disse aos delegados reunidos na sede denominacional mundial em Silver Spring, Maryland, EUA.

Gibson diz que uma das crenças fundamentais da teologia adventista, a Mensagem dos Três Anjos, de Apocalipse, tem a crença na criação como algo bem arraigado.

"Parece-me que quando celebramos a Mensagem dos Três Anjos estamos realmente celebrando também a criação", ele disse, referindo-se à mensagem do primeiro anjo de adoração a Cristo, o Criador.

"Às vezes penso que se gasta muito tempo levantando questões e debatendo quando devemos realmente estar dizendo, 'Exploremos o significado de Deus como nosso Criador".

Os dirigentes da Igreja disseram que mais informação sobre o Sábado da Criação estará disponível em julho.

O Fim de Semana da Evolução é realizado cada ano na época mais próxima do nascimento do cientista Charles Darwin, autor de "A Origem das Espécies". Centenas de congregações participantes apoiam a criação combinada com evolução, segundo organização patrocinadora do evento, Clergy Letter Project.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia ensina a criação do mundo em sete dias literais.

"A influência dominante da obra de Darwin foi separar a Deus do mundo", declarou James Gibson, diretor do Instituto de Pesquisa de Geociência em Loma Linda, Califórnia. "Nossa mensagem de criação é unir a Deus e o mundo na mente das pessoas".

[Rede Adventista de Noticias]

terça-feira, 14 de abril de 2009

Pesquisa em 35 países revela que Brasil é o que mais aceita divórcio

Uma pesquisa realizada em 35 países revelou que nós, brasileiros, somos o que melhor aceitamos o divórcio. O índice de aprovação chega a 85%. Ou seja, quando o casamento vai mal, o brasileiro entende que o melhor mesmo é separar-se.

Não é isso que pensam os japoneses. Lá, de cada dez pessoas, sete desaprovam o divórcio. A separação também não é bem vista nas Filipinas, Estados Unidos, Nova Zelândia e Suécia.

Os perfis mais comuns entre aqueles que não veem o divórcio com bons olhos são os de crentes que vão com frequência à igreja, viúvos, maiores de 65 anos e menores de 15 anos.

"Os mais novos, ao contrário do que possa parecer, formam a maioria dos que estão em desacordo, talvez porque pertençam a gerações que nasceram e cresceram dentro do divórcio e viveram em maior ou menor medida os processos de ruptura", afirmou o pesquisador.

[BBC]

Nota: Em alguns casos entendo o divórcio como aceitável. Entretanto, apenas para situações insustentáveis. A separação não deveria ser rotina na sociedade. Ainda entendo que as pessoas deveriam cumprir a promessa do “até que a morte os separe”. Penso que os divórcios são sintoma de nosso egoísmo; da necessidade de satisfazer os próprios desejos - querer que o outro nos faça feliz. Temos pouca disposição para a doação. Não queremos ceder. Tem ainda outro problema: as pessoas namoram, mas não se conhecem. Sofrem de “apaixonite” aguda, mas ignoram que um casamento é feito com base numa escolha sensata, racional. E amor não é paixão. Paixão acaba. O amor é construído e alimentado a cada dia.

[Blog do Ronaldo]

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Uma Falha no Sistema

Você já parou pra pensar em porque Jesus ressuscitou? Sempre tomamos por certo que a razão para isso esta no Seu próprio poder como Deus. Ou Porque simplesmente estava programado que fosse assim. Porque Ele quis que fosse assim. E em tese temos razão por achar que Deus tem esse poder e essa autonomia. Mas é importante notarmos que Deus sempre é justo e coerente. Se Jesus estava morrendo a nossa morte eterna, então como Ele se levantou novamente dentre os mortos?

Há duas razões dentro de uma única. Precisamos nos lembrar que o “salário do pecado é a morte” (Rom 6:23). Portanto, se Jesus houvesse pecado Ele teria de morrer mesmo (ainda que isso seja impossível visto que Deus é imortal, acredita-se mais num colapso do universo do que na morte real e literal de Deus). Mas isso não aconteceu, Jesus nunca pecou.

No entanto, a Bíblia diz claramente que “aquele que não conheceu pecado, se fez pecado por nós” (1 Cor 5:21). O que aconteceu na cruz é que Jesus levou sobre Si toda a nossa culpa. Toda a nossa condenação. O que Deus lançaria sobre nós no Juízo Final, o fogo que nos consumiria, foi lançado sobre Jesus. Por isso “a Deus agradou moê-lo” (Isa 53:10). Porque Ele estava levando os nossos pecados. Os nossos erros foram laçados sobre Ele, a nossa injustiça. Aquele que era Justo, foi chamado e tratado como um injusto. Morrendo uma morte injusta.

E aqui está a razão. Jesus morreu injustamente. Foi como “um erro na Matrix”. Ele era bom, puro e perfeito. Mas Aquele que nunca pecou foi morto como o maior de todos os pecadores e levando o pecado de todos. E Deus não permitirá nenhuma única injustiça em Seu Universo. Por mais que Ele pareça permitir, o dia do Juízo Final serve exatamente para isso. Para equilibrar, concertar e ajustar tudo o que estiver errado. E era errado que o justo morresse, visto que não pecou. Por isso Jesus é ressuscitado! Porque Ele não podia permanecer morto, Ele contradiria a Lei do Universo.

Os pecadores morrem, o justo não (apenas Ele foi justo na história da Terra)! Quando a sentença foi executada sobre quem não merecia, ela precisou ser revogada. Cristo não poderia permanecer morto. Por isso Sua ressurreição é tão importante! Porque se Ele houvesse cometido o menor dos erros, Ele não poderia ser a nossa propiciação. Não poderia ser o “cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, ou Ele mesmo careceria de um salvador. É porque Ele ressurge da tumba que fica provado e evidente que Seu sacrifício foi válido. Porque Ele foi justo todo o tempo e levou injustamente os nossos pecados para a cova. E lá eles ficarão, se O aceitarmos. Mas os que não aceitarem, receberão sobre si de volta a sua própria culpa pelo pecado, no dia do Juízo Final (digo isso apenas para que entendam, não para que se assustem).

Eis porque o diabo está perdido depois que Cristo ressuscita. Primeiro porque Jesus está vivo novamente e segundo porque sua causa está perdida. Cristo provou através de uma natureza espiritual igual a de Adão, mas com uma natureza física e psíquica caída como a nossa, depois de mais de 2000 anos de influência do pecado sobre nós, que era possível ser obediente a Deus. E com a Sua obediência comprou a nossa salvação. Sua ressurreição foi a prova final da derrota de Satanás. O “descendente” de Eva “esmagou a cabeça da serpente”. E só vivo, Ele poderia realizar este feito. Que vibrem os Cristãos de toda parte, porque o seu Salvador, VIVE!

Pr. Diego Barreto [http://www.contextomoderno.com]

Saúde com a Irmã White - Escolha de Alimento

Deve-se escolher o alimento que melhor proveja os elementos necessitados para a edificação do organismo. Nessa escolha, o apetite não é um guia seguro. Mediante hábitos errôneos de comer, o apetite se tornou pervertido. Muitas vezes exige alimento que prejudica a saúde e a enfraquece em lugar de fortalecê-la. Não nos podemos guiar com segurança pelos hábitos da sociedade. A doença e o sofrimento que por toda parte dominam são em grande parte devidos a erros populares com referência ao regime alimentar.

A fim de saber quais são os melhores alimentos, cumpre-nos estudar o plano original de Deus para o regime do homem. Aquele que criou o homem e lhe compreende as necessidades designou a Adão o que devia comer: "Eis que vos tenho dado toda erva que dá semente... e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente; ser-vos-ão para mantimento." Gên. 1:29. Ao deixar o Éden para ganhar a subsistência lavrando a terra sob a maldição do pecado, o homem recebeu também permissão para comer a "erva do campo". Gên. 3:18.


Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 295 e 296.

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sábado, 11 de abril de 2009

Sobre a Cruz e o Vinho

Quanto mais eu penso, mais percebo que a única contribuição que o homem pode dar no plano da salvação é o pecado! Isso mesmo. O pecado. É a nossa parte no plano da salvação. Porque não há outra coisa que possamos oferecer. Não há méritos para apresentar em nosso favor. A única coisa que temos a oferecer são nossos maus hábitos.

Estou dizendo isso porque me lembrei do primeiro milagre de Jesus. Em um casamento em Cana da Galiléia, Jesus e Seus discípulos foram convidados. Ele está iniciando Seu ministério e precisa mostrar aos Seus discípulos quem Ele realmente é. Num momento crítico da festa, quando o vinho se acaba. Não entendemos isso direito no ocidente do ano de 2009, mas no período ocorrido seria uma grande tragédia faltar o vinho no meio da festa. Jesus então, ordena que coloquem vinho em alguns vasos, e servir a água para o mestre-sala. Ao ser despejado no copo, a água não era mais água. Era o melhor vinho que aquele homem havia provado. Depois de muita festa e muito vinho, é de se esperar que ninguém mais tivesse paladar suficiente para perceber o sabor de um vinho. Por isso, era hábito guardar o melhor vinho para o fim. No entanto o mestre-sala se assusta ao perceber, depois de muito consumo, que aquele vinho era o melhor. E ele exclama com assombro a respeito do cuidado do noivo em guardar o melhor vinho para o fim. Mal sabia ele, que aquele tinha sido o primeiro milagre de Jesus. Presenciado apenas pelos servos da festa e pelos Seus discípulos.

Mas o que isso tem haver com a cruz? Se você ler Lucas 23:36 e João 19:29, vai reparar que na cruz, Jesus sentiu sede. Os soldados ao ouvirem as palavras de Jesus “Tenho sede!” molharam uma esponja na ponta de uma lança numa substância identificada no português como “vinagre”. Entretanto, a palavra grega utilizada ali é “oxos” que não quer dizer “vinagre” como o conhecemos, mas identifica uma bebida que os soldados tomavam e carregavam consigo. Uma mistura de vinho e água, ou vinagre e água. Resumindo bem, um vinho vagabundo que os soldados bebiam. Um tipo podre de vinho.
Ellen White chama no Desejado de Todas as Nações de poção entorpecente, mas Jesus a recusou assim que provou. “Não aceitaria nada que Lhe obscurecesse a mente. Sua fé devia ater-se firmemente a Deus. Essa era Sua única força. Obscurecer a mente era oferecer vantagem a Satanás” (DTN p.p 528). Até o último segundo o inimigo o tentou.

Mas sabe o que mais me impressiona nessa história? Que enquanto Deus desce e nos dá o melhor. Nos oferece o melhor vinho. Em Seu momento de dor e sede, nós O oferecemos o vinho mais vagabundo! Oferecemos um mal maior que o alivio necessitado. Oferecemos o que nós temos a oferecer.... nossa podridão. É só isso que podemos Lhe dar.

Ellen White também afirma que a maior dor de Cristo não está na opressão da morte de cruz, nos sangramentos ou nas feridas. Mas em ver o quão enorme é o nosso pecado, como ele nos torna cegos, escravos. Os anjos se admiravam ao olhar para esta cena, porque em todo aquele sofrimento Ele se recusava a pensar em Si. Pensava apenas em nós!

Em que você pensa?


Pr. Diego Barreto [http://www.contextomoderno.com]