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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Papa condena missas aos sábados e pregação leiga

O papa Bento XVI chamou à ordem o Caminho neo-catecumenal, movimento da igreja católica fundado pelo espanhol Kiko Argüello, e pediu que abandone suas práticas "inovadoras". O Papa considera que essas práticas, como celebrar missa no sábado, comungar à mesa e permitir a pregação por leigos não estão de acordo com as regras litúrgias da Igreja, e que esse movimento deve cumpri-las se quiser ser plenamente reconhecido pelo Vaticano. [Note que, para ser reconhecido pelo Vaticano, o movimento deve cumprir as regras litúrgicas da Igreja Católica em detrimento do que ensina a Bíblia.]

Vários meios de comunicação especializados publicaram nesta semana uma carta do cardeal nigeriano Francis Arinze, prefeito da Congregação para o Culto Divino, na qual detalha "as decisões do Santo Padre" para os responsáveis do Caminho neo-catecumenal.

O Papa lembra que "o dia do Senhor é o domingo", e não o sábado, e que "pelo menos um domingo por mês" eles devem participar da missa de sua paróquia junto com os demais fiéis. [O papa está errado, pois o Senhor mesmo disse que o sábado é o Seu dia; confira em Mateus 12:8. E a Bíblia afirma em Atos 5:29 que "mais importa obedecer a Deus do que aos homens".]

Além disso, ele proíbe que um leigo administre os sermões e homilias da missa, que só podem ser realizados por sacerdotes. Os fiéis podem apenas fazer comentários "breves".

O Vaticano estipulou que os neo-catecumenais têm dois anos para abandonar a prática de receber a comunhão sentados ao redor de uma mesa situada no centro da igreja, numa cena que recorda a da última ceia.

O Caminho neo-catecumenal, criado no fim dos anos sessenta pelos espanhóis Francisco (Kiko) Argüello e Carmen Hernández nas proximidades de Madri, é um movimento de iniciação cristã e de educação na fé católica.

Muito ativo na Espanha, Itália e América Latina e também presente na França, o movimento difunde uma visão de mundo muito conservadora e tem seus próprios seminários.

Enquanto João Paulo II via positivamente os neo-catecumenais, aos quais definiu em 2002 como um movimento de educação na fé "a serviço dos bispos e das paróquias", Bento XVI não compartilha esse entusiasmo sobre os movimentos laicos em geral. [Bento XVI é extremamente retrógrado e conbservador - lembre-se também de que ele foi prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o antigo Tribunal da "Santa" Inquisição -, além disso, supervaloriza o clero. Outro detalhe que chama atenção é a discordância entre Ele e João Paulo II. Cade a infalibilidade papal?]

[UOL]

Nota: O que o papa chama de "práticas inovadoras" constituem, na verdade, o estilo de vida da igreja cristã primitiva, que precedeu o catolicismo. Os cristãos primitivos faziam reuniões religiosas praticamente todos os dias (At 2:46) e reservavam o sábado como dia especial de adoração e comunhão com Deus (At 16:13, e vários outros textos). Basta ler o livro dos Atos dos Apóstolos, na Bíblia, para constatar isso. Além disso, discípulos, apóstolos e mesmo os leigos tomavam parte nas cerimônias, podendo pregar a palavra, assim como é feito nas igrejas protestantes e evangélicas. O privilégio da pregação nunca pertenceu apenas ao clero, e a Bíblia estabelece, na verdade, o sacerdócio de todos os crentes. Esse endurecimento da igreja por parte de Ratzinger ainda vai dar o que falar...

[Michelson Borges - www.criacionismo.com.br]

sexta-feira, 22 de maio de 2009

O Veneno religioso!


Quantos de nós não desejamos ser zelosos com as coisas de Deus? Tanto na Bíblia como em Ellen White encontramos muitos convites para sermos zelosos em nossa religião. Mas há um perigo muito grande e ignorado no zelo. Na grande e esmagadora maioria das vezes o zelo é uma fonte de problemas e não de soluções. Por quê? Bem, porque assim como “não sabemos orar como convém” (Rom 8:26) também demonstramos que não sabemos adorar como convém. Veja o exemplo de Paulo. Antes de mais nada, vamos nos lembrar de quem ele foi para o cristianismo, agora, leiamos o seu texto. Veja o que ele diz a respeito dos seus próprios méritos:

Filipenses 3:4-11

“4 Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: 5 circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu…”


Até aqui vemos Paulo apresentando suas credenciais. Ele diz que se é pra se vangloriar na justiça própria ou nos méritos ele pode se vangloriar demais, afinal ele foi circuncidado corretamente, sendo Judeu fiel desde o nascimento, da tribo de Benjamim, aquela conhecida como a melhor tribo, os mais fiéis. Da linhagem pura e perfeita de Judeus. E formado com “curso superior” em teologia. Parte da casta nobre e elitizada do judaísmo. No verso seguinte ele chega a dizer que “quanto a justiça que há na lei, irrepreensível”. Alguém que não poderia nem mesmo ser acusado de pecar por ninguém, por ser irrepreensível na guarda da lei. Entretanto, notem a sua frase seguinte:

“6 quanto ao zelo, perseguidor da igreja;”

Isso mesmo, PERSEGUIDOR DA IGREJA, ele disse. Era um homem sincero, fiel a Deus naquilo que acreditava ser o correto. A Bíblia dizia em Dt 21:23 que o que fosse “pendurado no madeiro é maldito”. E Paulo conhecia bem esse verso, tanto que o cita em Gal 3:13. Para Paulo Jesus era “maldito”. Não fazia sentido que Ele fosse o Messias. Devia ser um “maldito” que tentou ser considerado o filho de Deus. Em seu afã de fazer justiça a Deus e ZELO a sua religião, ele se tornou o perseguidor da igreja. Ele era fiel, estudado e tinha boas intenções. Mas foi um executor da injustiça e perseguiu a verdadeira igreja pelo seu Zelo. Quem diz isso não sou eu, é ele. Tanto era um homem “mal orientado”, que não “adorava como convém”, mas fiel, que Jesus aparece pessoalmente para ele e o tira de seu rumo zeloso. Depois disso Paulo deixa de ser Zeloso por acaso? Não! Pelo contrário, mas ele entende que não é o zelo que cuida da igreja, mas o dono dela. Foi Cristo quem salvou a igreja de sua perseguição. A verdade foi preservada por Cristo, pela mão do autor da nossa fé, e não pelas mãos dele, o homem mais zeloso de sua época. Não foi o seu desejo de preservar a verdade ou a igreja que mudaram as coisas, foi a presença de Cristo que mudou tudo e protegeu a igreja. O Zelo só serviu para uma coisa: PERSEGUIR A IGREJA. Isso fez com que ele mudasse seu foco, veja:

“7 Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo”.


Ele diz que aquilo que lhe era vantagem, suas características pessoais, seu conhecimento da religião, sua força de vontade de fazer a vontade da lei e de proteger a igreja, ele considerou “perda”, “inútil”. Veja porque:

8 Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como estrume, para ganhar a Cristo 9 e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé; 10 para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte; 11 para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos”.

Agora é Cristo e não a lei. É Cristo e não o que ele acha, ou suas opiniões. É Cristo e não a igreja ou a religião que são importantes pra ele. A sua salvação não depende da sua justiça nem do seu zelo. Depende de Cristo. Jesus “de algum modo” o ressuscitará, salvará.


Porque tenho dito estas coisas? Porque em anos de adventismo tenho encontrado muitos “zelosos” homens que desejam primar pelo que é “certo e o que é errado”. Homens que querem definir o que é divino e o que é humano. Homens como Paulo, bem intencionados, mas “mal orientados”. Homens que não entendem as palavras claras de Jesus ao dizer: Mateus 7:3-5 3 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão”.


E Paulo não foi o único! Pedro em seu zelo não queria pregar nem converter os gentios, achava que eles eram indignos e que corromperiam a fé. Até que Deus o impressionou e pressionou através de um sonho que dizia que o libertava de sua cegueira, de seu zelo, de sua trave. Os Fariseus não aceitaram a Jesus por puro Zelo. E aqui está uma lição, é muito fácil sermos zelosos para protegermos os nossos interesses, as nossas idéias. Vejo pessoas dizendo que não devemos mudar isso ou aquilo “por que desde sempre foi assim, desde quando eu entrei na igreja”. Não seguimos tradições como os fariseus faziam, seguimos a Cristo, como eles não foram capazes de fazer.


Há também os famosos amigos de Jó. Quando Jó em sua dor declarou que preferia nunca ter nascido, os amigos de Jó, em seu zelo pelo divino começaram a critica-lo e tentaram defender Deus. Começam a dizer que Jó não está agindo de maneira sensata como quem crê em Deus e dizem coisas a respeito de Deus que o próprio Deus se indigna no fim do livro. Eles estavam bem intencionados, a questão deles era a defesa de Deus. Mas Ele deixa claro que não está interessado em ser defendido injustamente. Deus pede para que Jó faça um sacrifício pelos seus amigos, pois Ele mesmo não aceitaria um sacrifício deles, pois para Deus eles falaram apenas “loucuras”. Deus não quer ser defendido erroneamente e pune os que o fazem. Ele não quer que Sua santa imagem seja manchada pelos loucos retratos que fazemos dEle. Ele não precisa de defensores. Ele precisa de pessoas que o conheçam, como Jó.


A nojenta igreja medieval causou o maior vexame da história do Cristianismo em todo o seu zelo. Perseguiu a igreja assim como Paulo. Os islâmicos fundamentalistas são zelosos e explodem bombas matando gente inocente. E há os cristãos fundamentalistas modernos, zelosos e preconceituosos na mesma dose. Rejeitam e se afastam dos pecadores em nome do que defendia Paulo e Pedro antes de entenderem completamente a verdade sobre Cristo.


Os liberais em sua frouxidão podem deixar escapar muito da verdade, mas o dano é menor do que o causado pelo Zelo fundamentalista. Pelo Zelo perseguidor. Os liberais se calam ou se afastam, nunca perseguem. Mas os zelosos correm atrás do problema, o buscam para o eliminar.



Um pastor amigo meu costumava dizer que toda igreja tem um irmão “providência”. Ele sempre chega para o pastor com a seguinte frase: “Pastor, temos que tomar uma providência”. Há também a erronea idéia de que o Pastor é um Xerife. Ele não é. A Igreja não é a sala da Justiça, é um hospital. As pessoas todas ali estão doente, e Cristo é o médico. Ellen White diz duas coisas que deviam pautar nossas ações e nosso zelo. A primeira é “Se tivermos que errar, que seja pela misericórdia”. A outra é “Quando homens, rodeados de fraquezas humanas, afetados em maior ou menor medida pelas influências ambientais, e tendo tendências hereditárias e cultivadas que estão longe de torna-los sábios ou espirituais, empreendem[...] lavrar sentença sobre o que é divino e o que é humano, estão eles trabalhando sem o conselho de Deus” (T5, p.709). Trocando em miúdos, é melhor errar porque amamos, “pela misericórdia” do que pela justiça e pelo zelo. E não é uma obra divina “lavrar sentença sobre o que é divino e o que é humano”.


A Lição da Bíblia e desses homens é que não estamos aqui para perseguir ninguém. Não estamos aqui para legislar sobre ninguém. Não estamos aqui para fazer o papel de Deus.


A Lição da Bíblia e desse homens é que Deus é quem zela por Sua igreja e por Suas verdades. E Ele quem nos salva, não por nossos méritos, mas pelos méritos dEle, em Cristo Jesus.Tenhamos zelo sim, por Cristo, por NOSSA religação (religião) com Ele. É isso que Ele deseja. Mas Ele é um Deus de liberdade que não deseja forçar ninguém a nada. Não deseja empurrar normas ou regras goela abaixo de ninguém. Ele quer escolhas livres e decididas. Escolhas de coração e não de aparência. Coisas que um homem nunca poderá enxergar. Muito menos com uma trave no olho.

sábado, 16 de maio de 2009

O Evangelho perdido de Judas

O Evangelho perdido de Judas – Parte 1

Recentemente foi publicado a descoberta de um evangalho que diz ser o Evangelho de Judas Iscariotes. Este evangelho foi descoberto em 1970 por moradores perto de El Minya, Egito. Em 1978 o evangelho é vendido a um negociante de antiguidades egípcio. Em 1983 e 1984 o negociante tenta vender o códice a estudiosos americanos porém sem sucesso. Sem conseguir vender o códice, o negociante o guarda em um banco nos Estados Unidos. Em 2000 a negociante de antiguidades Frieda Nussberger-Tchacos, de Zurique, compra o códice do negociante egípcio, e a partir desse momento o mundo fica sabendo do evangelho.

O evangelho foi escrito em cóptico, antiga língua egípcia. O evangelho concentra-se em contrariar os outros evangelhos como Marcos e Lucas onde Judas é o traidor de Jesus. Nele diz que Jesus premeditou a sua morte pedindo que Judas o traisse. Jesus o chamou em particular para lhe contar o maior segredo de todos, “a verdade sobre o paraíso, morte e ressurreição”. Nesta conversa Jesus diz a Judas que o entregue aos romanos. Por ser Judas o único a saber sobre a verdade, Jesus lhe pediu que o entregasse porque confiava nele plenamente. Fica claro que Judas é redimido de sua traição.

O Evangelho perdido de Judas – Parte 2

Por volta do ano 100 d.C, iniciou-se intensos tulmutos religiosos. Diversas religiões estavam surgindo incluindo os gnosticos, porém uma religião estava se destacando, o cristianismo. Alguns dos primeiros cristão são chamados de Gnosticos conhecidos também como “O povo que sabe”. Os Gnosticos são místicos ou seja, eles acreditam que podem ter acesso direto a Deus. É um tipo de conhecimento que está dentro da pessoa, de saber que você tem um pedaço do Deus dentro de si. Os Gnosticos foram os que escreveram a maioria dos textos de Nag Hammadi e o evangelho de Judas está conforme estes textos. As informações contidas nestas escrituras sobre Jesus são muito filosóficas e abstratas do que as do Novo Testamento. Os gnosticos pregavam que o corpo é uma prisão para a presença do divino e Judas foi um herói por ter libertado o espírito de Cristo. Sem dúvida isso era totalmente contrário aos outros evangelhos e a Igreja Católica não gostou nada disso pois estavam perdendo o poder religioso da época.

Por volta de 180 d.C os primeiros padres da igreja católica denunciaram o evangelho como heresia. O bispo Irineu escreveu um severo ataque a um livro que estava circulando na época, seu título: Evangelho de Judas. Acredita-se que a Igreja Católica destruiu todos os evangelhos de Judas incluindo mais outros 30 evangelhos considerados heréticos.

Em uma das páginas do Evangelho de Judas diz que os discípulos estavam reunidos para uma refeição e orando por ela. Neste momento entra Jesus e começa a rir da oração dos discípulos. A explicação de tal fato, é que Jesus riu porque os discípulos pensavam estar adorando ao Deus verdadeiro, mas na verdade eles estão orando para o Deus que criou esse mundo, que não é o verdadeiro Deus, de acordo com o relato do mencionado Evangelho. Os discípulos ficaram sem entender a atitude de Jesus, o único que entendeu foi Judas pois segundo relatado, Judas sabia a verdade sobre o paraíso.

O evangelho de Judas termina com Judas entregando Jesus aos romanos. Não existe nenhum relato da morte ou ressurreição de Cristo neste evangelho. O que realmente importa no evangelho é que a profecia foi cumprida e que o espírito de Jesus se libertou de seu corpo.

O Evangelho perdido de Judas – Parte 3

Existem muitas inconsistências nas escrituras do evangelho de Judas como no que diz respeito aos evangelhos do Novo Testamento.


1 – O evangelho de Judas encontrado, foi datado entre 220 e 340 d.C. Mesma época em que Constatino mandou destruir os livros heréticos e decidiu que os livros a serem estudados pelo povo seria Mateus, Marcos, Lucas e João. Isso comprova que desde 180 d.C quando Irineu decidiu destruir 30 evangelhos incluindo o de Judas os gnosticos eram crescentes na época e eram totalmente contrários aos evangelhos do Novo Testamento e do Velho Testamento pois ambos se completam entre si.

2 – O Evangelho de Marcos é o mais antigo dos evangelhos encontrados, datado entre 30 a 60 d.C. Este evangelho pode ter sido escrito pelas mãos do próprio Marcos pois a data não é tão longe da morte de Jesus, diferente do evangelho de Judas que trata-se de uma cópia escrita em uma linguagem egípcia antiga. Acredita-se que o evangelho de Judas foi escrito na mesma época em que os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João foram escritos, porém não existe nenhuma prova sobre esse relato.

3 – No Evangelho de Judas diz que Jesus falou a verdade sobre o paraíso a Judas. Os gnosticos seguiam esse evangelho e outros como o de Tomé e Maria. No evangelho de Marcos 12:18-27, Jesus fala para os líderes religiosos sobre a ressurreição. Esse texto prova que Jesus não falou apenas para Judas sobre a ressurreição mas sim para todo o povo, pois as boas novas devem ser informadas a todo o mundo.

4 – Se no evangelho de Judas a morte e a ressurreição de Jesus não eram importantes, então porque Jesus falou sobre seu retorno em Mateus 24:26-35 e Lucas 21:25:33?. Jesus morreu para salvar a humanidade e ele prometeu voltar e irá voltar. Em sua ressureição houve testemunhas. Jesus apareceu para Maria e depois para os discípulos em Marcos 16:1-14. Isso é contrário ao envagelho de Judas onde a morte e a ressurreição não são citadas por não serem importantes.

5 – Em Marcos 14:18 Jesus diz que um dos discípulos irá traí-lo. De acordo com o Evangelho de Judas Jesus combinou para que Judas o entregasse. Porque então Jesus iria afirmar que seria traído e porque Judas se suicidou após a traição?. O suicídio de Judas não é citado em seu evangelho muito menos diz que ele não cometeu o suicídio. O ponto principal do evangelho de Judas é redimí-lo de sua traição, essa firmação de redimí-lo da tração, cai por contradição.

6 – No evangelho de Judas Jesus riu dos discípulos por estarem orando ao Deus criador desse mundo e segundo este evangelho o Deus supremo não é o criador e sim Jesus. De acordo com João 16:6, Jesus diz “Ninguém vem ao Pai senão por mim”. Isso prova que existe um só Deus e não dois como diz no evangelho de Judas.

Estamos vivendo o tempo do fim, profecias estão se cumprindo e devemos como cristãos Adventistas do Sétimo dia estarmos atualizados sobre os acontecimentos e acima de tudo ter o conhecimento da palavra de Deus. A Bíblia é verdadeira e para aqueles que não acreditam pela fé, então devem acreditar pelas evidências.

Arqueologia: A pedra moabita descoberta em 1868, em Dibon, Jordão, confirma os ataques dos Moabitas a Israel, conforme II Reis 1 e 3.

As cartas de Laquis: Descobertas em 1932 – 1938, 38 km ao norte de Berseba e que descrevem o ataque de Nabucodonosor a Jerusalém em 586 a.C.

Os rolos do Mar Morto: Descobertos em 1948. Datam de 150-170 a.C e contém todo ou parte dos livros do Velho Testamento, à execução do livro de Ester e Isaias. Eles confirmam a exatidão da bíblia.

O cilindro de Tiro: Relata a destruição de Babilônia por Ciro e o seu subsequente livramento dos cativos Judeus.

A pedra Roseta: Descoberta em 1799, no Egito, por cientistas de Napoleão. Foi escrita em três línguas: hieroglífica, demótica e grega. Esta pedra veio desvendar o mistério da decifração dos caracteres hieroglífos. A compreensão dos hieroglífos ajuda a confirmar a autencidade da Bíblia.

E você, por que acredita no que crê?

[Fernando de Oliveira Carvalho]

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Diferencial do Cristianismo


Essa semana pude estudar sobre o assunto que mais me atrai no evangelho e na teologia. Graça. O assunto que torna o Cristianismo diferente e eu diria ainda mais, completo. Em todas as outras religiões você vai encontrar elementos semelhantes como, ressurreição, leis, sacrificios, dedicação, AMOR AO PRÓXIMO, amor a Deus, perdão e etc. Mas nenhuma outra religião exceto o cristianismo fala sobre graça. O que é graça? Algo gratuíto. "Um favor imerecido", dizem. Algo que você recebe em gratuidade. O que significa literalmente duas coisas. Primeiro, a graça pode te dar algo que você não tem, nesse caso a salvação, ou a vida eterna. Segundo, sem cobrar nada! Entendeu o que eu disse? NADA! Necas de catibiriba!

Perdão sem merecimento? Isso mesmo! Perdão gratuito. Que outra idéia ou doutrina humana prega isso? Ou melhor, que outra idéia ou doutrina humana funciona dessa maneira? Tem mais uma coisa. O fato de Deus perdoar gratuitamente, sem aferir necessidade de merecimento, demonstra a raiz divina da religião cristã. É a prova contundente de sua origem divina. Sabe por que? Porque não existe amor com merecimento. Se você diz que ama alguém porque acha que essa pessoa merece o seu amor, você não ama, barganha. Se você tem uma razão para amar, você esta fazendo um negócio, não amando. Se o amor é para te favorecer, não é amor. Por isso o perdão de Deus vai pra quem não merece. Não porque Deus tenha razões para nos amar, mas porque Ele simplesmente ama. Porque decidiu assim, Ele é amor!

Por isso se contradizem todas as outras religiões que falam de amor E merecimento. Isso não existe. Merecimento mata o amor. Por isso, o unico amor verdadeiro é o mencionado pelo cristianismo. Pode-se falar de amor ao próximo, amor a Deus, amor a natureza, amor aos animais, o que for, o unico amor desinteressado é o de Cristo. Você vai encontrar outros que se sacrificaram por ai, mas alguém que perdoa de graça? Só se for o amor de Cristo. E mesmo entre nós isso infelizmente não ocorre, pela nossa falta de conhecimento e meditação no assunto.

Se nós cristãos, entendermos a graça realmente, seremos muito mais capazes de perdoar. "Perdoa as nossas dívidas, assim como NÓS perdoamos os nossos devedores" (Pai Nosso). Se Deus me perdoa de graça, sem que eu mereça, quem sou eu para negar a alguém o meu perdão? Com que direito? Com que coerência?

Outro detalhe, se entendermos a graça realmente, nunca fugiremos de Deus por culpa ou vergonha e compreenderemos claramente que "nada pode nos separar de seu amor" (Rom 8:35). Não há pecado gigantesco ou multidões de atos que possam impedir toda essa graça. "Porque onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Rom 5:20). Não se sinta culpado demais para ir a Jesus, não fuja dEle porque pecou de novo. Sua graça é muito grande, Ele não desistiu de você naquela cruz, e não desistirá nunca mais. Ele te espera sujo e imundo como você está e é. Não é preciso ouvir a voz do inimigo que diz: "Você não tem vergonha de se aproximar dEle de novo?" Cristo quer te abraçar com toda a sua imundice, você vale muito mais pra Ele do que o ódio que Ele tem pelo pecado. Por que Ele morreu a Sua morte, para que você não tivesse que pagar por ela.

E aqui vem o último detalhe que quero mencionar. Embora a salvação seja gratuita para nós, ela não saiu de graça para Deus. Ele pagou por cada pecadinho e pecadão. Ele passou pela condenação que era sua. Por isso, diz Isaías, que "a Deus agradou moê-lo"(Is 53:10). Porque Ele levou sobre sí o nosso pecado. Aquele que não conheceu pecado, SE FEZ pecado por nós" (2 Cor 5:21). O preço foi o mais caro do Universo, o Deus Criador, pagou com a própria vida.

Mas perdoar de graça não pode banalizar o perdão? Baratea-lo? Sim. PODE. Mas não precisa ser assim. É por isso que precisamos meditar diariamente no sacrificio de Jesus, diz Ellen White. Para que não permitamos que nossos pecados banalizem a graça. Em compensação, o próprio Jesus disse em Lucas 7 que os que mais são perdoados são aqueles que mais amam. Porque tiveram as maiores e impagáveis divídas pagas. Quanto mais perdido está alguém, maior é o milagre do seu resgate. Mas isso quer dizer que eu posso abusar da graça? Paulo responde em Romanos 6, "Claro que não!". Você precisa ser muito burro para achar que pode enrrolar a Deus ou abusar de Sua benevolência. Deus sabe o que se passa no seu coração. Conhece o seu arrependimento e a sua intenção. Mas Ele te assegura que não importa quantas vezes sejam, TODAS as vezes que nos arrependermos de verdade (ouvindo a voz do Espírito Santo) seremos verdadeiramente perdoados. E Ele fará questão de se esquecer dos seus erros.

Em Ef 2:4-10 a Bíblia nos diz que a graça nos educará para boas obras. E aqui existe uma mensagem importante. "Boas obras" não são obras de justiça. Não são obras meritórias. Não são obras da Lei. Sabe porque? Porque num mundo de pecado a Justiça é condenatória para o pecador. Num mundo de pecado a justiça é ruim para o pecador (Rom 7:9). E o Evangelho se trata de BOAS NOVAS. Portanto, "Boas obras" não são obras de justiça que praticamos, mas obras de amor! Sim, o "amor de Cristo nos motiva" (2 Cor 5:14). "Se me amardes, guardareis os meus mandamentos" (Jo 14:21). "Boas obras" são obras de amor, de ação caridosa, efeitos da graça! Reações a uma doce e maravilhosa salvação, gratuíta!

Isso é tão bom, que fica difícil de ACREDITAR. É por isso que a Bíblia diz que a salvação é para todo aquele que CRÊ (Jo 3:16). De graça, basta apenas crer! Você acredita em Jesus e acredita nisso? Isto é a salvação. Comemore esta realidade!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Cristãos, islâmicos, judeus e o diálogo

Jordanianos muçulmanos se espremem para saudar o papa Bento 16.

EMBAIXADORA PALESTINA CONSIDERA "HISTÓRICA" A VISITA DO PAPA À CISJORDÂNIA


Jerusalém, 11 mai (RV) - A embaixadora palestina em Portugal classifica como "histórica" a visita que do papa à Cisjordânia.

Randa Nabulsi disse esperar que Bento XVI reze pelos palestinos, quando vir o sofrimento provocado pela ocupação israelense.


"Acreditamos que quando o papa chegar e vir com os seus próprios olhos o sofrimento dos palestinos, em virtude
da ocupação, irá rezar por nós e fazer algo. É um momento histórico para nós, recebermos o papa na Palestina" - disse a diplomata.

Randa Nabulsi lembrou que Bento XVI irá deslocar-se a Belém e ao campo de refugiados de Aida, perto da principal cidade da Cisjordânia.

[Radio Vaticano]


GOVERNO ISRAELENSE ACOLHE PAPA COMO "VERDADEIRO AMIGO" DO POVO JUDEU


JERUSALÉM, segunda-feira, 11 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O governo israelense, através de uma mensagem emitida pelo Ministério de Assuntos Exteriores, deu boas-vindas ao Papa, a quem considera “um verdadeiro amigo do Estado de Israel e do povo judeu”.

Esta visita, sublinha o comunicado, “marcará um passo importante no desenvolvimento das relações entre o Vaticano e Israel”, além de supor “uma contribuição imensa a reforçar o diálogo entre o cristianismo, o judaísmo e o Islã, como parte do esforço para alcançar a paz na região”.


Neste sentido, o comunicado assegura que Israel “está comprometido em garantir a completa liberdade de culto para todos e em salvaguardar o livre acesso a todos os lugares santos”.


[Zenit]


...e toda a Terra se maravilhou... (Ap 13:3)

[Diário da Profecia]

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O Vaticano, a crise e a moral

O Papa explicou nesta quarta-feira, durante a audiência geral com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, que a atual crise econômica mundial «nasceu da raiz da cobiça».

O Papa quis mostrar assim a atualidade da mensagem do monge e escritor cristão Ambrósio Autpert, que viveu no século VIII e que escreveu um tratado sobre a cobiça, no qual mostra que esta é a base dos vícios que combatem na alma humana.
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Baseando-se em sua obra principal, o comentário ao Apocalipse, Bento XVI explicou que Ambrósio Autpert «não se interessa tanto pela segunda vinda de Cristo ao final dos tempos, mas às consequências que se derivam de sua primeira vinda para a Igreja do presente, a encarnação no seio da Virgem Maria».
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Fonte - Zenit

A Comissão Bíblica Pontifícia, que inclui o português Pe. Francolino Gonçalves, está reunida desde Segunda-feira no Vaticano para a sua assembleia anual, em volta do tema “Inspiração e verdade na Bíblia”.
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A Comissão trabalha na publicação, em vários idiomas, de um documento sobre a relação entre a Bíblia e os actos morais, tema que ocupou as reflexões do último quinquénio.
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“Hoje apresentam-se muitos problemas morais desconhecidos para os autores bíblicos – explica o Pe. Stock -. Isso propõe a pergunta se a Bíblia tem algo a oferecer para solucioná-los, ainda que não se possam encontrar nela respostas pré-fabricadas.»

Fonte - Ecclesia

Nota: Existem os aspectos "desconhecidos" e os conhecidos. Entre os conhecidos, a cobiça. Daí porque o título utilizado na matéria da Ecclesia seja sugestivo: "Bíblia como guia moral para hoje".

Utilizando um pouco de silogismo, o Vaticano propõe como solução da crise financeira, que inúmeras vezes já foi tratada como de fundo moral, a Bíblia, o que a princípio não merece reparos. Ocorre que nos aspectos conhecidos é citada a cobiça, premissa constante da segunda tábua da Lei, que para Roma foi inclusive subdividido em dois preceitos, uma vez suprimido o mandamento acerca das imagens.

Em sentido estrito o que está em voga são os mandamentos. E entre eles, sempre o domingo, um dos dois objetivos declarados deste pontificado, lembrando que o outro é o ecumenismo.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

T E M P O

Um e-mail destes para rir e pensar, trouxe esta imagem, entre outras. Observe...


O tempo é relativo. Esta é uma verdade incontestável. Podemos passar horas conversando com uma pessoa e não sentir o tempo passar ou estar numa aula e nunca dar 10 e meia pra ir embora. Três dias podem ser pouco se formos passar férias nas praias de Fortaleza, ou pode ser muito tempo se ficarmos de férias dentro de casa. Este é o paradoxo da relatividade do tempo. Pode ser pouco, pode ser muito, depende da percepção e do que se faz com ele. Um minuto pode ser eterno ou pode ser um pequeno instante, depende do que está fazendo com o tempo.

Pesquisei a palavra TEMPO na bíblia e encontrei 1626 versículos (fonte: http://www.bibliaonline.com.br/) e uma das lindas citações está em Gálatas 4: 4 e 5 “Mas, vindo a plenitude do TEMPO, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.”

Nestes tempos estamos rodeados de chocolates e coelhinhos. Aqui em frente ao prédio onde trabalho, a Ofner fez uma decoração muito bonita com cenouras de pelúcia do lado de fora. Este é o símbolo de que a páscoa chegou... Mas é isso mesmo que significa?

Pense no ministério de Jesus que durou 3 anos aqui na terra a contar do chamado dos discípulos. Imagino que para quem é Eterno, 3 anos foi como um 'piscar de olhos'. Mas quanto significado existe neste ministério! Jesus torna-se homem e vem para mostrar-nos a lei do amor, o Deus de amor, um mestre de sensibilidade... vem para corrigir o que estava errado, vem para curar feridas. E durante sua vida, Jesus instruiu aos seus discipulos: “Ainda um pouco de TEMPO estou convosco, e depois vou para aquele que me enviou.” João 7:33
Pense no dia de tortura do Getsêmani e os momentos em oração, o sentimento de afastamento do Pai. O peso do pecado do mundo em seus ombros e o sentimento de culpa que estamos acostumados a sentir, passou para o ser Imaculado... Pode ser que se passaram apenas algumas horas, mas o Filho sentiu-se como nunca havia se sentido antes e talvez quisesse terminar aquilo de uma vez, mas o tempo ainda não era chegado, ele sabia que tinha que suportar aqueles momentos.
Imagine então o caminho para a cruz! Era um caminho longo, mas cada vez mais lentos eram os passos de Jesus diante da sua fraqueza, o que fazia o tempo passar mais devagar...
Sinta o que seria a dor de cravos nas mãos e nos pés. Cada segundo naquelas condições era muito tempo até para Aquele que é Eterno.
Passou então toda a cena do jardim, da via dolorosa, da cruz, da morte e na plenitude do tempo Ele entregou Seu espírito nas mãos do Pai afim de que fôssemos resgatados.
3 dias é o tempo que celebramos a páscoa. Foram 3 dias na história de Jesus, o Cristo. Cristo é o significado da páscoa. Sua morte é a nossa salvação. E no tempo pleno e perfeito foi que Ele nos resgatou. Em Gálatas 4:7, Paulo continua dizendo: “Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo.”

É tempo de celebrar a páscoa mas não nos esquecermos de um TEMPO que significou a nossa salvação: o TEMPO que Jesus Cristo escolheu reservar da Sua eternidade e perfeição para viver como homem e nos salvar.

Celebremos que hoje nosso Redentor vive! Guardemos TEMPO para passarmos com Ele.


E lembre-se, é por isso que existe a Páscoa!



Feliz Páscoa!!!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Não entendo por que Ele faz isso!

Pare por 1 minuto e pense o que você faria se fosse Deus? Não continue essa leitura, pare agora mesmo e pense.

Pensou? Se você pensou em alguma coisa, seja o que for, você se arrogou maior que Deus por um instante. Acha mesmo que há alguma coisa que Deus tenha que fazer que ainda não fez? Alguma intervenção que Lhe é possível que Ele ainda não executou? Porque não há nada que Ele não pudesse fazer, que Ele já não esteja fazendo. Deus não está de braços cruzados, nem erra.

Veja em Marcos 5 e 6, a incrível história do endemoninhado Gadareno. Um homem que vivia endemoninhado, e isolado da sociedade. Nem mesmo as correntes podiam prendê-lo. Um dia, quando Jesus tinha acabado de chegar e pôs os pés na praia. Ele se adiantou e num breve momento de consciência, implorou que Jesus o curasse. Os demônios que estavam em seu corpo imploraram também, que Jesus os lançasse numa manada de porcos. Jesus aceitou a proposta. O homem foi curado, mas os cerca de 2000 porcos se jogaram no mar e se afogaram. Por causa disso, e só por isso, os donos dos porcos e as pessoas do local ao ver a cena grotesca e o homem curado, tiveram medo e expulsaram Jesus de lá. O que Jesus estava pensando quando fez isso? Por que aceitou um pedido do diabo? Ele não sabe todas as coisas? Por que não curou os homens e deixou os porcos em paz? Pra que criar uma confusão destas? Jesus desperdiçou sua viagem inteira, Ele mal tinha chegado lá! Eu, sinceramente, não teria feito assim. Jesus porém...

Em seguida o homem pediu para seguir a Jesus, mas Ele não permitiu. Por que não permitiu que esse homem curado fosse Sua testemunha onde quer que fosse? Também não entendo!

Mas veja, que por consequência disso, aquele homem saiu a pregar e testemunhar naquela região. Alguns meses depois, ao retornar Jesus, encontramos o seguinte relato: “Estando no outro lado, seguiram para a terra de Genesaré, e ali aportaram. Saindo eles do barco, logo o povo reconheceu a Jesus. E, correndo toda a terra em redor, começaram a trazer os enfermos em leitos ao lugar onde ouviam que ele estava. Onde quer que ele entrava, em cidades, aldeias ou campos, colocavam os enfermos nas praças. "Rogavam-lhe que ao menos os deixasse tocar na orla da sua veste, e todos os que a tocavam saravam-se” (Mc 6:53-56). Note que o povo aguardava Jesus quando retornou naquele local, por causa de seus primeiros feitos. O plano do diabo de por medo na cidade foi frustrado e todos queriam conhecê-Lo de perto.

Deus sabe o que faz, sempre. Confie nEle. E você será usado tanto quanto aquele homem foi. Confie nEle e você encontrará um rumo certo para sua vida, ainda que o caminho pareça interditado. Ainda que Deus pareça estar te negando algo óbvio. Amigos leitores, se eu pudesse lhe dar apenas um conselho, com certeza seria esta simples frase: confiem em Deus. Ele está no controle do mundo e de Sua igreja, mesmo que não pareça.

[Pr. Diego Barreto - http://www.contextomoderno.com]

Problemas = Amizade com Deus

Você possui problemas em sua vida? Parece uma pergunta um tanto óbvia, pois todos nós passamos por problemas. Temos em diversas áreas como familiar, pessoal, financeiro, espiritual, ou seja, ninguém gosta de problemas. Se eu lhe disser que muitos dos problemas que passamos são permitidos por Deus, você acreditaria? Talvez me responda “Nossa! Que Deus é este então que permite que passemos por dificuldades? Este é o Deus que você acredita? Que lhe dá proteção? Que você adora?” Sim, eu responderia. É o mesmo Deus que você e eu acreditamos, o mesmo Deus que criou o universo e todas as coisas que existem nele. Antes que você fique assustado vou lhe explicar.

Deus nos deu o livre arbítrio, ou seja, temos a liberdade de decidirmos o que queremos, porém tudo tem uma consequência boa ou ruim. Outro fator importante é como Deus fala conosco. Bem, existem três principais fatores que Ele utiliza e disponibiliza para que nós possamos nos aproximar dEle.

1 – Através da oração: A oração tem grande poder, pois você possui uma conversa vertical íntima com Deus. Ele deseja que você confie nEle e abra seu coração para que Ele trabalhe em sua vida. Deus não espera que você seja perfeito, mas espera que seja absolutamente sincero.


2 – Através de sua palavra: A Bíblia é a palavra de Deus e todo o cristão sabe muito bem disso, mas muitos não a utilizam como forma de ouvir aquilo que Deus tem para falar. A Bíblia é atemporal, ela nunca será obsoleta, Deus é perfeito e jamais disponibilizaria algo que fosse defasado ou com validade. O estudo da palavra de Deus é a forma que nós cristão temos como alimento e argumento para informar e defender a sua palavra.


3 – Através de nosso comportamento: O seu comportamento mostra que tipo de cristão é você. Deus deseja que você se comporte como um cristão para que todos ao seu redor vejam que você é diferente. O comportamento tem tanto poder quanto a música ou pregação, pois você é o exemplo vivo da vontade de Deus.

Bem, se mesmo após estas três principais tentativas você não atender ao chamado de Deus, Ele toma uma atitude, incompreensível para nós pecadores, que é permitir que problemas invadam a sua vida. É isso mesmo, Deus permite qu
e problemas invadam a sua vida para que você se aproxime dEle. Pois quando passamos por problemas, a primeira atitude que temos é clamar ao Seu nome. Isto vale para cristãos e não cristãos, todos quando estão em dificuldades clamam a Deus. Mesmo Deus permitindo isto, Ele respeita a sua decisão, Ele responde a sua oração, Ele fica de frente para a artilharia pesada de problemas que o inimigo lança sobre você, para que nada lhe afete, nada lhe aconteça ou possa te ferir. Então você dobra seus joelhos em angústia e se humilha aos pés de Deus pedindo ajuda. Ele te ajuda, resolve seus problemas. Ele fica perto de você, próximo de sua vida, se torna seu amigo intimo.

Mas somos pecadores, novamente caímos, o inimigo se alegra com seu desastre. Mas por pouco tempo, pois você se lembra que Deus da outra vez te ajudou, então você, em atitude de total confiança, pede perdão por não confiar nEle e solicita a solução do seu problema. Deus, mais uma vez de braços abertos perdoando seus pecados, o torna novo, perdoado e renovado. Com o tempo você começa a ter mais problemas, mas isso já não o afeta como antes, pois você
possui uma amizade forte com Deus. Seus passos são guiados pelo criador, tudo o que você faz é abençoado. Tudo acontece, pois você fez o mais importante: confiou nEle, foi absolutamente sincero, e Ele te recompensou com a armadura de seus anjos e o inimigo não consegue mais atingi-lo. Problemas sempre irão existir em sua vida, mas quando você permite que Deus tome a frente, nada irá te atingir, pois Deus é o seu escudo.

Agradeça a Deus pelos problemas que existem em sua vida, pois isso significa que Ele está esperando por você, que ele quer que você O busque. Estamos aqui neste mundo de passagem, somos estagiários para alcançarmos a redenção. Você está tão perto de Deus quanto escolhe estar. Quanto mais você se torna amigo de Deus, mais se importa com as coisas com as quais Ele se importa.

Rick Warren disse: Não há nada, absolutamente nada, mais importante do que desenvolver uma amizade com Deus. Esse é o relacionamento que durará para sempre. Paulo disse a Timóteo: Algumas dessas pessoas perderam a coisa mais importante da vida, elas não conhecem a Deus. Você perdeu a coisa mais importante da vida? Você pode fazer algo a respeito a partir de agora. Lembre-se, a escolha é sua. Você está tão perto de Deus quanto escolheu estar.

Deus não deixa de se aproximar de nós, somos nós que deixamos de aproximar dEle.

Aproxime-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Tiago 4:8

[Fernando de Oliveira Carvalho
]

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Reflexão


São verdades que muitos de nós conhecemos, mas que ignoramos na nossa vida prática. Depois de assistir o vídeo é necessária uma nova atitude diante de Deus. Que Deus nos ajude e abra nosso coração para estas coisas.

sábado, 28 de março de 2009

Você tem Desconfiômetro?

Você sabe o que é “Vigilância Epistêmica”? Tudo bem, talvez você conheça o termo popular: “Desconfiômetro”. Em 3 de Outubro de 2007 um dos articulistas da revista VEJA, Stephen Kanitz, publicou um artigo sobre como nossa geração tem assimilado informações sem questionar a proveniência e a veracidade do conteúdo. “Vigilância epistêmica’ é a preocupação que todos nós devíamos ter com relação a tudo o que lemos, ouvimos e aprendemos de outros seres humanos, para não sermos enganados. Significa não acreditar em tudo o que é escrito e é dito por aí, inclusive em salas de aula”, eu diria mais, até em uma igreja.

Em anos de adventismo temos assimilado em nossos cultos muitos sermões e pregações algumas vezes bem preparadas, outras nem tanto, mas em ambos os casos somos convidados a crer no que o pregador nos está apresentando, pela noção de que o Espírito Santo guia a todos que atrás de púlpito falam. Mesmo percebendo algumas vezes que o sermão não foi bem preparado ou que o texto bíblico parece não estar sendo fielmente exposto e interpretado, ainda assim, muitos ignoram estas evidências por crerem que o Espírito Santo de Deus está impedindo que dentro de Sua igreja o erro esteja sendo pregado.

Mas não é assim. Olhe para o Antigo Testamento e você verá falsos profetas pregando e falando ao povo escolhido de Deus. É claro que nosso Pai nunca nos abandona e sempre provê uma alternativa para que Seus filhos não sejam enganados. Mas é preciso notar que os profetas de Deus sempre foram bem menos populares, e nem sempre, se não a maioria das vezes, não eram escutados. As pessoas nem sempre estavam atentas para a coisa certa. E sim para aquilo que “achavam” ser certo, por isso eram enganados.

Algumas vezes, pessoas bem intencionadas podem cometer grandes equívocos também. Embora Deus não leve em consideração um erro acidental, ainda assim um erro desses pode causar grandes prejuízos. Gosto de um exemplo que meu professor de Homilética deu. Se uma mulher trocar o sal por veneno de rato sem querer, achando que está dando sabor para sua comida, e que sinceramente está preparando o melhor para o seu marido. Se ele comer, infelizmente morrerá. Ela não terá culpa alguma perante Deus, pois era sincera, tinha boas intenções, não queria matá-lo, mas seu marido estará irremediavelmente morto. Da mesma maneira, pessoas bem intencionadas podem estar expondo o melhor que sabem a respeito de Jesus, sua fé e a palavra de Deus e mesmo assim estarem sinceramente erradas.

I. O Principio Bereano

Paulo foi o grande pregador do período inicial da igreja. Era um homem extremamente inteligente e convincente. Sabemos que era inspirado por Deus. No entanto, o próprio Paulo, pregador e evangelista conta o seguinte relato: “...durante a noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; ali chegados, dirigiram-se à sinagoga dos judeus. Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (At 17:10-11 ênfase acrescentada).

Note que impressionante, Paulo diz que os irmãos de Beréia eram “mais nobres” porque eles examinavam as escrituras para conferir se o que ele mesmo dizia era verdade. Eles tinha vigilância epistêmica. E Paulo gostava disso porque não tinha medo do evangelho que pregava, confiava no respaldo bíblico de suas palavras, primeiro porque ele mesmo conhecia a Bíblia e segundo porque era movido por Deus. Ele não tinha o que temer, era preparado e transparente. Como todo pregador deve ser.

II. Ainda não somos Bereanos

Da mesma maneira nós Adventistas devemos estar atentos ao que ouvimos, tanto no que tange a pregações como a notícias televisivas e até mesmo informações provenientes da internet. Tenho recebido diariamente uma avalanche de e-mails contendo teorias conspiratórias, noticias retorcidas e fatos não comprovados como “evidências de cumprimentos profético do tempo do fim” que não passam de embustes e teorias aparentemente bem formuladas. Criadas e propagadas por gente muito bem intencionada, mas que não estão do lado de Paulo, da transparência e do conhecimento Bíblico, demonstrando assim o seu despreparo.

Infelizmente, nosso púlpito tem sido muitas vezes vitimado pelo despreparo, falta de conhecimento bíblico e dedicação a uma vida de experiência religiosa. Quer ver se estou falando a verdade? Usarei como exemplo uma tática largamente adotada entre dissidentes Adventistas para exibir a falta de conhecimento bíblico. Responda a pergunta: “Como Elias subiu aos céus”?
Se você respondeu “carruagem de fogo” preciso lhe informar que você está enganado. Em 2 Reis 2:11 vemos que “o carro de fogo” apenas separou Elias de Eliseu, mas foi um redemoinho que o levou ao céu. Mas como? Aprendemos tanto e de tantas maneiras que Elias havia sido levado para o céu na “carruagem de fogo” que fizemos até musicas com esse título. Parece que todos aprenderam a mesma coisa, você pode estar pensando “mas desde criancinha, pastores pregam isso, aquela senhora que me converteu que é muito fiel a Deus” e etc... E se você acertou é porque provavelmente já haviam lhe feito esta pergunta antes. Embora, é claro, eu saiba que algumas pessoas realmente soubessem da resposta por conhecer o texto bíblico.

Alguém pode dizer, mas essa questão do “redemoinho de Elias” é muito tola, nada influirá em minha fé. E isso é verdade. Porém esta é apenas a ponta do Iceberg, um exemplo banal de como temos propagado idéias sem um mínimo de “desconfiômetro”. Mas vamos analisar um tema bem mais profundo.

Em sua opinião, existe “pecadinho e pecadão”? Para Deus existe diferenciação em graus, de pecado? Por exemplo, adulterar, roubar e mentir tem o mesmo valor para Ele?

Se você respondeu “não”, portanto em sua opinião “para Deus não há níveis de pecado”, errou! Incrível não? Como você pode estar errado se você com certeza já ouviu muita gente, incluído líderes, falando a mesma coisa? Mas abra sua Bíblia em Lc 12:47-48. Você verá que o servo com conhecimento é mais cobrado do que aquele que não conhece. Veja também Pv 6:16. Salomão diz que há seis coisas que Deus odeia e a sétima ele abomina. Portanto, diferenciação de pecados em níveis. Por fim, veja Jr 25:14, se Deus irá retribuir segundo os feitos do homem, você acha que alguém que mata um inocente, será punido como alguém que mentiu a uma criancinha? Não parece nem justo, nem lógico. Mas temos afirmado por aí, que Deus considera um assassinato como considera uma mentirinha branca!
Você entende Romanos 6, 7 e8?

III. Conclusão

Acredito que a esta altura você já deva ter compreendido qual a importância da Vigilância Epistêmica e como que ela só pode ser realmente utilizada em nosso convívio eclesiástico se conhecermos, e conferirmos, assim como o povo de Beréia o conteúdo da Palavra de Deus. Somente com contato profundo e estudo bíblico poderemos escapar dos enganos Satânicos, quer sejam acidentais ou propositados pelo inimigo. Sem o estudo da Bíblia estamos perdidos e sem um mapa para seguir. Ao sabor do vento, das teorias e das farsas fraquejamos em nossa fé até naufragarmos no erro.


Pr. Diego Ignacio Barreto [http://www.contextomoderno.com]

terça-feira, 24 de março de 2009

Deus Não é Perfeito!

Você deve estar confuso. “Deus não é perfeito”? Como assim? Enlouqueceu? O mais engraçado disso tudo é que não! Deus realmente não é perfeito! Mas espere, antes que você, injuriado, rasgue suas vestes e delete esse blog da sua lista de FEEDs com o que eu estou dizendo, permita-me explicar.

Sabe quando você esta na igreja assistindo a programação e o pregador comete um erro absurdo, uma gafe daquelas, e você analisa como aquilo é inacreditável? Sabe quando algum cantor vai cantar uma musica e canta sempre a mesma, lendo a letra e ainda desafina? Sabe quando o programa J.A. parece não ser tão bom quanto você gostaria que fosse, ou ache que pode fazer melhor? Sabe quando aquele ancião da igreja é rude ou se exaspera com alguma coisa especifica, não se assemelhando em nada com Jesus? Sabe aquele pastor que te decepciona porque parece fazer coisas que você facilmente não faria? Então. Todas essas pessoas imperfeitas são usadas por Deus! Hebreus 5:2 diz que “Ele pode compadecer-se devidamente dos ignorantes e errados, pois ele mesmo está rodeado de fraquezas”. Isso não é incrível? Deus não se utiliza de pessoas “perfeitinhas” apenas! Ele faz Sua obra com imperfeitos como nós.

Veja Davi, foi usado por Deus mesmo sendo homicida, adultero e mentiroso. Que lista de pecados! Pedro era covarde, egoísta e impetuoso. Paulo era homicida e impaciente. E podemos numerar muitos homens e muitos dos seus erros! Isso quer dizer que podemos sair por aí errando a vontade? Não! Quer dizer que Deus não se importa com seus erros ou sua capacidade de acertar, Ele apenas se importa com o seu coração. Por isso eu disse que “Deus não é perfeito”! Ele é sim. Mas Ele não é perfeito como nós entendemos o que é perfeição. Perfeição para Deus é outra coisa. Para nós perfeição é ausência de erros. E nós insistimos em dizer que Deus não convive com isto. E não é assim! Não há seres humanos perfeitos, e Deus nos ama e nos usa exatamente como nós somos, imperfeitos.


Se Deus tivesse a mania de perfeição que nós dizemos que Ele tem, a igreja estaria vazia e sem ninguém para atuar nela! Se Ele tivesse a mania de perfeição que nós temos, talvez nunca chamasse Paulo. Mas pense, quem acharia que Deus chamaria Osama Bin Laden para ser um pastor na Sua obra? Pois Ele chamou Paulo, o maior terrorista contra o Cristianismo da época. Incrível não é? Você reparou no verso de hoje? Ele fala que o “Sumo Sacerdote vivia rodeado de fraquezas”. O homem que representava Cristo, que entrava no santíssimo e comandava todo culto da época não era perfeito! Entendeu? Deus é perfeito sim, mas não como achamos que Ele é. Ele nos usa e nos ama com todos os nossos erros, e quer nos santificar. Portanto, mesmo com todos os seus erros e incapacidades, nunca desanime ou deixe de trabalhar para Deus, Ele te usará exatamente como você é. Até que um dia seremos todos realmente perfeitos (sem erros) no céu. E lembre-se: seja tolerante com aqueles que erram, eles podem estar sendo usados por Deus da mesma maneira. Pastores erram, Anciões erram, dirigentes erram, líderes erram, cantores erram, amigos erram, irmãos erram, mas todos podem ser usados por Deus.


Pr. Diego Ignacio Barreto [http://www.contextomoderno.com]

terça-feira, 17 de março de 2009

Super-heróis querem mesmo substituir Deus

Watchmen é o novo sucesso transportado das histórias em quadrinhos (HQs) para os cinema. O filme é baseado numa graphic novel (ou "romance visual") de Alan Moore e Dave Gibbons que foi publicada em meados da década de 1980 e marcou época, sendo considerada um clássico dos quadrinhos adultos, tanto que também é a única história em quadrinhos presente na lista dos 100 melhores romances eleitos pela revista Time desde 1923. A história se passa nos EUA de 1985, um país no qual aventureiros fantasiados combatem o crime ao mesmo tempo em que vivem seus dramas pessoais. O país estaria vivendo um momendo delicado no contexto da Guerra Fria e em vias de dar início a uma guerra nuclear contra a União Soviética. A mesma trama envolve os episódios vividos por um grupo de super-heróis do passado e do presente e os eventos que circundam o misterioso assassinato de um deles. Resumidamente, é isso.

De modo geral, segundo a crítica, o filme segue de perto a história em quadrinhos. Mas foi necessária uma alteração no fim da produção em relação à HQ. Sobre isso, o diretor Zack Snyder comenta: "Permanece a ideia do inimigo em comum das duas superpotências que estão na iminência de uma guerra nuclear que acabará com o planeta. E esse inimigo sendo Deus me pareceu uma ideia boa demais pra ignorar. 'Deus nos traiu', adoro isso. E também dá um encerramento tão bom para a história do Dr. Manhattan... ele é meu personagem favorito, então minha tendência foi me preocupar um pouco além do que deveria com ele."

O Dr. Manhattan, que é comparado a Deus por Snyder, é um dos Watchmen e se trata de um ser praticamente onipotente.

Pra que sutilezas e subliminaridades? Hoje em dia, as intenções dos diretores e produtores não precisam mais ser mascaradas.

[Michelson Borges -
www.criacionismo.com.br]

Nota: Muitos de nós [eu incluso] gostamos de filmes, séries e desenhos mas temos que tomar cuidado com as mensagens que são embutidas nessas produções e que aos poucos podem alterar nossa percepção do mundo e de Deus. Não quero ser hipócrita, sei o que devo mudar, mas que o tempo que não deveria ser gasto nesse entretenimento possa ter seu equivalente para as coisas de Deus. E se isso ainda não é feito que possamos orar pedindo esse milagre. [THT]