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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

“Entendes o que Lês?”

Em Atos 8:26-40 conta a famosa história do evangelista e teletransportador Filipe ("Jumper" bíblico). A história é impressionante, pois fala de um homem que é chamado pelo Espírito Santo para ir até a deserta estrada de Jerusalém a Gaza. Ele prontamente atende. Chegando lá o Espírito Santo lhe pede para alcançar uma carruagem. Filipe sai correndo, fica de butuca no que está acontecendo na carruagem e percebe que o homem que nela está, um eunuco etíope e também ministro da Fazenda da rainha Candace, estava lendo o livro de Isaias. Especificamente o texto que se encontra em Isaías 53:7-8. Como as pessoas daquela época tinha o hábito de ler em voz alta, Filipe o ouviu lendo e logo perguntou: “Entendes o que lês”?

A pergunta de Filipe é muito mais importante do que o fato espantoso de ter sido teletransportado logo em seguida (após o batismo daquele homem, ele desaparece diante dos olhos do etíope e reaparece imediatamente em Azoto a mais ou menos 50 quilômetros de onde ele estava). O mais importante nessa narrativa esta na pergunta “Entendes o que lês?”

Se Deus tem a intenção de se comunicar conosco e por isso revela a verdade por meio de sua palavra inspirada. Que validade terá se não entendermos o que nela está? De que adianta ler a Bíblia se você não está entendendo o que está lendo? Estudos demonstram que o Brasil é, infelizmente, rico em analfabetos funcionais. Pessoas que lêem e não entendem. Mas ler a Bíblia e não entende-la te faz um outro tipo de analfabeto, o analfabeto espiritual. Ele não entende o que a Bíblia quer dizer. E isso é um grande problema por três motivos.

1) 1) Ficamos desmotivados

Se lemos e não entendemos, facilmente desistiremos desse esforço. Já é difícil de conseguir tempo e motivação para leitura no Brasil, ainda mais se não entendemos o que estamos lendo. Ai realmente, a leitura não faz sentido. Quantas vezes você já pulou a leitura de textos de Isaías, Ageu, Habacuque, Miquéias, Números e etc??? A dificuldade para compreender esse texto já te desmotivou por muitas vezes, não?

Já o contrário também se aplica. Como é bom quando encontramos verdades desconhecidas por nós. Quando aprendemos. Quando entendemos. Queremos sempre aprender mais, crescer mais e entender mais.

2) 2) Nos equívocamos com facilidade

Nietzsche disse: “Eu fiz isso’, diz minha memória.
‘Eu não posso ter feito isso’, diz meu orgulho, e permanece inflexível. Por fim a memória cede."

Estamos a mercê de nossa natureza pecaminosa, por isso a Bíblia diz que “Enganoso é o coração do homem” (Jer 17:9). Sendo assim, nosso orgulho manipula nossa razão ao ponto de negarmos uma verdade vivida e confirmada (como no exemplo de Nietzsche). Isso é a causa de muitos equívocos e más interpretações do texto bíblico. Nós facilmente dobramos a verdade a nosso favor, a favor de nossos interesses. E ao invés de entender o que Deus quer nos dizer, nós preferimos acreditar que Deus disse o queremos.

3) 3) Não recebemos o recado de Deus

E pelas razões anteriores acabamos perdendo o melhor de tudo. A possibilidade de conhecermos a Deus, de ouvirmos sua voz, de entendermos o Seu recado para nós. Que perda. O autor do Universo, da vida e da salvação, a personificação da verdade e do conhecimento, presente e futuro, a disposição do ser humano para respostas e nós O estamos entendendo muito pouco.

Alguns acham que se Deus está realmente tentando se comunicar conosco ele usou algum tipo de mágica em suas palavras (que na verdade são as palavras doas autores bíblicos, Deus não escreve nada, exceto os 10 mandamentos, o resto Ele INSPIROU). Um tipo de mágica que faz com que cada um leia e entenda o que quiser. Mas isso é um engano. Isso faria com que a verdade fosse relativizada, a mente e o cérebro humano se tornassem inúteis e obsoletos e não houvesse razão alguma para nossa fé. Exceto a fé em nós mesmos, no que cremos e pensamos. Egocentrismo.

No entanto temos suficientes pontos de referencia para saber exatamente o que Deus quer nos dizer ao entender o que exatamente o autor queria dizer. Por isso a Bíblia foi escrita por seres humanos em Hebraico, Aramaico e Grego. Para que tivéssemos pontos de referências humanas, históricas e lingüísticas. Se Deus escrevesse o texto, em Sua própria língua, e no Seu próprio contexto, como entenderíamos? Ainda que soubéssemos os significados das palavras jamais seriamos capaz de entender o que Ele realmente queria dizer, porque sem referências comuns ao nosso contexto estaríamos livres para interpretarmos o que quiséssemos. Ainda bem que Deus é muito mais sábio que nós.

Preguiça Espiritual

O grande problema tanto no Adventismo como no mundo cristão em geral está na preguiça espiritual. Não queremos entender. Esperamos que alguém nos faça entender. Como o etíope. Ele responde a pergunta de Filipe assim: “Como entenderei, se não há quem me explique?”

A grande maioria de nós está a espera de alguém que nos explique a Bíblia, as verdades, quem é Deus e como me salvar e salvar a outros. Estamos aguardando sempre um pastor, ou um guru espiritual traduzir para nós o que a Bíblia quer dizer. É como se Deus tivesse lhe enviado um e-mail e você tivesse dado a sua senha pra outra pessoa a tanto tempo que já se esqueceu qual era. E agora fica a mercê do púlpito, do pastor, dos livros, dos blogs e de qualquer coisa menos do seu próprio relacionamento com quem te enviou o recado.

Deus quer que VOCÊ entenda o que lê. Ela quer falar com VOCÊ. A Bíblia esta endereçada a VOCÊ! Contudo isso tenho tentado te dizer que não basta ler, tem que entender. Não adianta fazer ANO BÍBLICO sem entender o que está lendo. Não adianta. Eu sei que pra entender você terá que dispensar tempo e esforço. Ler outros livros, outros autores, comentários, pensar bastante, perguntar a alguém. Mas por favor LEIA e ENTENDA.

DICA:

Muitas pessoas não lêem regularmente a palavra de Deus por não saberem por onde começar. Uma boa dica é escolher um livro qualquer da Bíblia e Lê-lo até o final. Mas aqui está o detalhe. Leia entendendo ponto a ponto. Se não for capaz de entender um verso, não passe para o próximo. Tente entender o contexto, pesquise na internet as cidades citadas, as distancias, enriqueça sua experiência ao ponto de conseguir imaginar a narração com fidelidade. Ao fim de cada período de leitura, reflita e tente tirar as verdades que Deus quer lhe mostrar, tente escutar a voz do Deus que Inspirou o texto.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Saúde com a Irmã White - O Regime Alimentar e a Saúde

"E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente e que está sobre a face de toda a Terra e toda a árvore em que há fruto de árvore que dá semente; ser-vos-ão para mantimento." Gên. 1:29.

Muitas donas de casa julgam não poder fazer bom pão sem empregar o bicarbonato, mas isso é um erro. Se se derem ao incômodo de aprender melhores métodos, seu pão será mais saudável e, a um paladar natural, muito mais agradável.

Ao fazer pão crescido, ou levedado, não se devia utilizar leite em lugar de água. Isso representa despesa adicional e torna o pão menos saudável. O pão que leva leite não se conserva bem tanto tempo depois de assado como o que é feito com água, e fermenta mais facilmente no estômago.

O pão deve ser leve e agradável. Nem o mais leve vestígio de acidez se deve tolerar. Os pães devem ser pequenos, e tão perfeitamente assados que, o quanto possível, os germes do fermento sejam destruídos. Quando quente ou fresco, qualquer espécie de pão levedado é de difícil digestão. Nunca devia aparecer à mesa. Isso não se aplica, entretanto, ao pão sem levedar. Pão de trigo fresco, sem fermento ou levedura, e assado num forno bem quente, é ao mesmo tempo saboroso e saudável.

Os cereais empregados em mingaus devem ser cozidos várias horas. Mas as refeições brandas ou líquidas são menos saudáveis que as secas, que requerem mastigação total. Torradas são dos mais digestíveis e aprazíveis alimentos. Corte-se o pão comum em fatias, ponha-se no forno até haver desaparecido o último vestígio de umidade. Deixe-se então dourar levemente e por igual. Pode-se conservar esse pão num lugar seco por muito mais tempo que o pão comum e, se posto novamente ao forno pouco antes de ser servido, ficará como torrado de fresco.

Em geral, usa-se demasiado açúcar no alimento. Bolos, pudins, massas folhadas, geléias e doces são causa ativa de má digestão. Especialmente nocivos são os cremes e pudins em que o leite, ovos e açúcar são os principais elementos.


Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 300 e 301.
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terça-feira, 26 de maio de 2009

Saúde com a Irmã White - O Regime Alimentar e a Saúde

Não é bom comer verduras e frutas na mesma refeição. Se a digestão é deficiente, o uso de ambas ocasionará, com freqüência, perturbação, incapacitando para o esforço mental. Melhor é usar as frutas numa refeição e as verduras em outra.


O cardápio deve ser variado. Os mesmos pratos, preparados da mesma maneira, não devem aparecer à mesa refeição após refeição, dia após dia. O alimento é tomado com mais prazer, e o organismo mais bem nutrido, quando é variado.


O Preparo do Alimento


É pecado comer apenas para satisfazer o apetite, mas não se deve ser indiferente quanto à qualidade da alimentação, ou à maneira de a preparar. Se a refeição que comemos não é saborosa, o organismo não recebe tanta nutrição. O alimento deve ser cuidadosamente escolhido e preparado com inteligência e habilidade.


Para o pão, não é a melhor a farinha branca, superfina. Seu uso nem é saudável nem econômico. A farinha branca, fina, carece de elementos nutritivos que se encontram no pão feito do trigo integral. É causa freqüente de prisão de ventre e outras condições insalubres.


O emprego do bicarbonato ou fermento em pó no pão é nocivo e desnecessário. O bicarbonato produz inflamação do estômago, envenenando muitas vezes todo o organismo.


Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 299 e 300.
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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Ciência, intolerância e fé

A ciência é a autoridade suprema na sociedade. Se há uma disputa, a ciência é o juiz. Se uma lei está para ser aprovada, a ciência tem de comprová-la. Quando a ciência é ignorada, brados de protesto ecoam na mídia, nas universidades e nas esquinas. A autoridade atribuída à ciência é tão grande que muitos são tentados a usá-la para validar afirmações que vão além das evidências disponíveis. Phillip Johnson quer trazer de volta ao debate público questões que muitas vezes têm sido consideradas resolvidas. Ao analisar os fundamentos do naturalismo, o autor ressalta os últimos debates sobre ciência e evolução. No fim, ele conclui profeticamente que as muralhas do naturalismo ruirão e que o evangelho deve desempenhar um papel vital na construção de um novo tipo de pensamento — não apenas em relação à ciência e à religião, mas no que diz respeito a tudo que oferece esperança e sentido à vida.

Ciência, Intolerância e Fé é um livro para todos que entendem a importância desse questionamento e que gostariam de ser participantes bem informados do debate atual. “Em toda a ampla literatura sobre darwinismo, evolução, criação e teísmo, dificilmente podemos encontrar uma análise tão calma, compreensiva e convincente quanto a de Phillip Johnson.”

(Richard John Neuhaus, editor de First Things)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Saúde com a Irmã White - O Regime Alimentar e a Saúde

Para conservas domésticas, os vidros devem ser usados sempre que possível, de preferência às latas. É especialmente digno de atenção que as frutas a serem conservadas estejam em boas condições. Empregue-se pouco açúcar, e a fruta seja cozida apenas o necessário à sua preservação. Assim preparadas, são excelente substituto para as frutas frescas.

Onde quer que as frutas secas como passas, ameixas, maçãs, pêras, pêssegos e abricós se podem obter por moderado preço, verificar-se-á que se podem usar como artigos principais de regime, muito mais abundantemente do que se costuma fazer, com os melhores resultados para a saúde de todas as classes.

Não deve haver grande variedade em cada refeição, pois isso incita o excesso na alimentação, e produz má digestão.


Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 299.
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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Arco-íris sobre o inferno

Um escritor e dramaturgo Tsuneyuki Mohri, juntamente com o produtor Jun Eto realizaram um documentário sobre a jornada de Saburo Arakaki que foi transmitida por mais de dez canais de TV afiliados à Asahi Television. Ele recebeu cartas e telefonemas que expressavam profunda emoção pelo documentário. Ele conta que ouviu uma voz do céu dizendo para escrever um livro(1987), mas muitos acontecimentos incomuns aconteceram que o desviaram desta suave ordem. Dez anos depois, em setenta dias apenas, ele terminou o livro.

Finalmente Arco Íris Sobre o Inferno, com a saga de Saburo – de ex-condenado no corredor da morte a ministro do evangelho – está à nossa disposição para testemunhar do poder de Deus não só na vida de Saburo mas de muitas vidas que foram transformadas através da leitura do livro que foi escrito por alguém que também sentiu o toque do Espírito Santo!

Li e recomendo!

[Angélica Hiroko Osiro]

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Saúde com a Irmã White - O Regime Alimentar e a Saúde

Quando devidamente preparadas, as azeitonas, como as nozes, substituem a manteiga e as comidas de carne. O azeite, comido na oliva, é muito preferível à gordura animal. Atua como laxativo. Seu uso se verificará benéfico aos tuberculosos, sendo também medicinal para um estômago inflamado, irritado.

As pessoas que se têm habituado a um regime muito condimentado, altamente estimulante, têm um gosto não natural, e logo não podem apreciar o alimento simples. Levará tempo até que o gosto se torne natural, e o estômago se recupere do abuso sofrido. Mas os que perseveram no uso do alimento saudável, depois de algum tempo o acharão agradável ao paladar. Seu delicado e delicioso sabor será apreciado, e será ingerido com maior satisfação do que se pode encontrar em nocivas iguarias.

"Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis." I Cor. 9:24.


Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 298.
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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Saúde com a Irmã White - O Regime Alimentar e a Saúde

As abundantes provisões de frutas, nozes e cereais da Natureza são amplas; e de ano para ano os produtos de todas as terras são mais amplamente distribuídos por todos, devido às facilidades de transporte. Em resultado, muitos artigos de alimentação que, poucos anos atrás, eram considerados como luxos caros encontram-se agora ao alcance de todos, como gêneros diários. Este é especialmente o caso com frutas secas e em conservas.

As nozes e as receitas com elas preparadas estão-se tornando largamente usadas, substituindo os pratos de carne. Com as nozes se podem combinar cereais, frutas e alguns tubérculos, preparando pratos saudáveis e nutritivos. Deve-se cuidar, no entanto, em não usar grande proporção de nozes. Os que percebem os maus efeitos do uso das nozes talvez consigam afastar o mal mediante essa precaução. Convém lembrar, também, que algumas qualidades de nozes não são tão saudáveis como outras. As amêndoas são preferíveis aos amendoins, mas estes, em limitadas porções, usados conjuntamente com cereais, são nutritivos e digeríveis.


Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 297 e 298.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Saúde com a Irmã White - O Regime Alimentar e a Saúde

Cereais, frutas, nozes e verduras constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. Estes alimentos, preparados da maneira mais simples e natural possível, são os mais saudáveis e nutritivos. Proporcionam uma força, uma resistência e vigor intelectual que não são promovidos por uma alimentação mais complexa e estimulante.

Mas nem todas as comidas saudáveis são igualmente adequadas às nossas necessidades em todas as circunstâncias. Deve haver cuidado na seleção do alimento. Nossa comida deve ser de acordo com a estação, o clima em que vivemos e a ocupação em que nos empregamos. Certas comidas são apropriadas para uma estação ou um clima, e não são para outro. Assim, há diferentes comidas adequadas às pessoas segundo as várias ocupações. Muitas vezes, alimentos que podem ser usados com proveito por pessoas que se empenham em árduo labor físico não são próprios para as de trabalho sedentário, ou de intensa aplicação mental. Deus nos tem dado ampla variedade de comidas saudáveis, e cada pessoa deve escolher dentre elas àquelas que a experiência e o bom senso demonstram serem as mais convenientes às suas próprias necessidades.

Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 296 e 297.
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domingo, 19 de abril de 2009

Pesquisa revela aumento do índice de leitura entre crianças

Você sabia que 18 de abril é o Dia Nacional do Livro Infantil?

Há uma boa notícia para comemorar essa data! A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, divulgada pelo Instituto Pró-Livro em 2008, mostra que o índice de leitura entre crianças acima de 5 anos cresceu. Segundo o levantamento, a taxa de leitura por pessoa foi de 4,7 livros lidos por ano. Em 2000, a taxa foi apenas de 1,8 livro.

O estudo também aponta que a maioria das obras lidas foi indicada pela escola (incluindo os didáticos). Entre os gêneros preferidos pela garotada estão a literatura infantil e a história em quadrinhos. Outro dado interessante da pesquisa: crianças e jovens leem mais que adultos. Leitores entre 11 e 13 anos leem, em média, 8,5 livros por ano.

Já entre as pessoas na faixa etária dos 30 anos, a taxa cai para 4,2 livros. A leitura de livros na infância é muito importante porque é a porta de entrada para mundo da escrita. Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA explica bem isso: “Para as crianças pequenas, a escrita é apenas um conjunto de marcas em folhas de papel. Um adulto, ao ler uma história para crianças, faz com que essas marcas ganhem vida e os pequenos tenham acesso a tudo que mora dentro dos livros, como os contos de fadas e as lendas”.

Nota: Há esperança, ainda, de mentes um pouco mais conscientes e capazes de criticar aquilo que consomem através de seus sentidos. Evangélicos e religiosos em geral, deveriam atentar para a necessidade de estimular seus filhos a lerem bons livros desde cedo a fim de não engrossarem a fileira dos analfabetos funcionais que, tanto em igrejas como fora delas, são ludibriados por toda a sorte de informação, dita verdadeira, que circula livremente por aí.

[Realidade em Foco]

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Saúde com a Irmã White - Escolha de Alimento

Deve-se escolher o alimento que melhor proveja os elementos necessitados para a edificação do organismo. Nessa escolha, o apetite não é um guia seguro. Mediante hábitos errôneos de comer, o apetite se tornou pervertido. Muitas vezes exige alimento que prejudica a saúde e a enfraquece em lugar de fortalecê-la. Não nos podemos guiar com segurança pelos hábitos da sociedade. A doença e o sofrimento que por toda parte dominam são em grande parte devidos a erros populares com referência ao regime alimentar.

A fim de saber quais são os melhores alimentos, cumpre-nos estudar o plano original de Deus para o regime do homem. Aquele que criou o homem e lhe compreende as necessidades designou a Adão o que devia comer: "Eis que vos tenho dado toda erva que dá semente... e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente; ser-vos-ão para mantimento." Gên. 1:29. Ao deixar o Éden para ganhar a subsistência lavrando a terra sob a maldição do pecado, o homem recebeu também permissão para comer a "erva do campo". Gên. 3:18.


Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 295 e 296.

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Saúde com a Irmã White - O Regime Alimentar e a Saúde

Olá amigos, toda semana aqui no tópico "Saúde com a irmã White", teremos citações dos livros da Ellen G. White sobre saúde na alimentação.
E para não ficar uma leitura muito maçante vamos colocar pequenos conteúdos. Começaremos com o livro CIÊNCIA DO BOM VIVER que possui alguns de seus capítulos falando sobre saúde e alimentação.


O Regime Alimentar e a Saúde

Nosso corpo é formado pela comida que ingerimos. Há constante desgaste dos tecidos do corpo; todo movimento de qualquer órgão implica um desgaste, o qual é reparado pelo alimento. Cada órgão do corpo requer sua parte de nutrição. O cérebro deve ser abastecido com sua porção, os ossos, os músculos e os nervos requerem a sua.

Maravilhoso é o processo que transforma a comida em sangue, e se serve deste sangue para restaurar as várias partes do organismo; mas este processo está seguindo continuamente, suprindo a vida e a força de cada nervo, cada músculo e tecido.

Ellen G. White - A Ciência do Bom Viver, pág 295.
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domingo, 5 de abril de 2009

# ortodoxia

Estou terminando de ler Ortodoxia de G.K. Chesterton, soube deste livro, por amigos que leram e indicaram.
Esta é autobiografia espiritual de um dos maiores intelectuais da história, seus textos influenciaram decisivamente líderes de movimentos como Gandhi e Martin Luther King. Sabe-se que os livros de Chesterton tiveram decisiva influência sobre a vida do jovem ateu, C.S. Lewis [autor dos livros Crônicas de Nárnia] ao cristianismo. Alías falando nele, este é o autor do próximo livro, que vou ler, em breve saberão qual será ...

Logo abaixo, uma citação de ortodoxia, achei interessantíssimo:

“Para responder ao cético arrogante, não adianta insistir que deixe de duvidar. É melhor estimulá-lo a continuar a duvidar, para duvidar um pouco mais, para duvidar cada dia mais das coisas novas e loucas do universo, até que, enfim, por alguma estranha iluminação, ele venha a duvidar de si próprio.”

[Editora - Mundo Cristão]

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[Ingrid Oliveira]